Brasília-DF,
25/JUL/2017

Christian Bale toma conta do jogo no longa 'Trapaça', indicado ao Oscar

David O. Russel, um diretor controverso por seu comportamento agressivo nos sets, voltou aos holofotes com O lado bom da vida (2012) no ano passado

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Yale Gontijo Publicação:07/02/2014 06:01
Elenco coleciona indicações e prêmios de atuação na temporada (Francois Duhamel/Sony Pictures)
Elenco coleciona indicações e prêmios de atuação na temporada

Há, no clima de Trapaça, uma afetação, possivelmente sentida pela maquiagem de excessos e direção de arte impossível de não notar. Ambas são distrações estilísticas inseridas no filme que se passa na década de 1970.

David O. Russel, um diretor controverso por seu comportamento agressivo nos sets, voltou aos holofotes com O lado bom da vida (2012) no ano passado e, agora, faz um cinema apreciador do movimento da Nova Hollywood dos anos 1970. Apenas na aparência. Os vértices do triângulo sexo, drogas e rock’n’roll formam drama leve e bem-humorado.


Irving Rosenfeld (Christian Bale) é um trapaceiro acostumado a vender obras de arte falsas como se fossem verdadeiras. Rosenfeld se apaixona pela ambiciosa Sydney Prosser (Amy Adams) enquanto mantém o casamento e a esposa, Rosalyn (Jennifer Lawrence), escondidos.

Apesar de ser um ator de muitas qualidades, Bale notoriamente prefere investir no efeito sanfona do corpo, engordando ou emagrecendo muito. Enquanto o resto do elenco mostra-se eficiente, Bale toma conta do jogo.

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