Brasília-DF,
22/OUT/2017

Em 'Homem Comum', roteiro aborda dilemas da vida de um caminhoneiro

O filme ganha sessão neste fim de semana no CCBB

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Ricardo Daehn Publicação:02/05/2014 06:00
Homem comum, de Carlos Nader, narra a intimidade de um caminhoneiro
 (Festival É Tudo Verdade 2014/Divulgação)
Homem comum, de Carlos Nader, narra a intimidade de um caminhoneiro

Filmes tinindo de novos e recém-premiados no circuito do É Tudo Verdade — Festival Internacional de Documentários são os maiores atrativos no breve, mas imperdível, recorte do evento, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil. Nesta sexta-feira (2/4), às 18h, é a vez de Jasmine, escolhido o melhor filme estrangeiro do festival em São Paulo. Com direção do francês Alain Ughetto, a produção reveste de beleza o tenso momento da Revolução Islâmica, que esvaziou o poder do último xá da Pérsia, Mohammed Reza Palevi. É claro que há relevância na ascensão do aiatolá Khomeini, mas, a bem da verdade, o que ocupa a tela é a pulsão do amor entre Ughetto e a iraniana Jasmine.

Neste sábado (3/4), às 18h, a pedida é Homem comum. Num projeto maturado desde 1994, Carlos Nader (do envolvente Pan-cinema permanente) esquadrinha a prolongada relação de amizade com o caminhoneiro paranense Nilson de Paula, tão anônimo que pode ser descrito como o marido de Jane e o pai de Liciane.

De uma maneira bem enviesada, a princípio, o diretor parece enxertar, a fórceps, cenas do clássico dinamarquês A palavra (de Carl Dreyer). Aos poucos, porém, fica clara a genial intenção: com toda a suposta perfeição daquele país, os problemas corriqueiros do caminhoneiro teimam em encostar nas questões filosóficas de Dreyer. Finalmente, no domingo (5/4), às 16h, o diretor Talal Derki assina um tratado da violência derivado das revoluções populares, em Retorno a Homs.

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