Brasília-DF,
11/DEZ/2017

Sem muita atratividade, Bistrô Romantique fica entre comédia e romance

Confira a crítica do longa-metragem Bistrô romantique

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Mariana Vieira Publicação:08/08/2014 06:03Atualização:08/08/2014 15:51
Cena de Bistrô romantique: relações gastronômicas e amorosas  (Vitrine Filmes/Divulgação)
Cena de Bistrô romantique: relações gastronômicas e amorosas

Quantos pares podem se formar ou se desfazer no curso de um jantar? Um aperitivo e quatro pratos são a duração exata do longa Bistrô romantique, produção belga de 2012 que estreia na cidade. A história se passa durante uma única noite de dia dos namorados, no restaurante comandado pela quarentona Pascaline (Sara de Roo).

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O chef, seu irmão Angelo (Axel Daeseleire), tem um problema para se manter longe da bebida durante o expediente, o único garçom está sempre atrasado e o subchef está apaixonado e distraído pela ajudante de cozinha. Mas esses não são nem de longe o maior problema de Pascaline: no salão, os comensais formam um curioso grupo. Um deles é Frank (Koen De Bouw), o amor da dona do restaurante no passado, que reaparece.

Apesar das tentativas de fazer graça, o longa não decanta nem no rótulo de comédia nem no de romântico e se encaminha para um final que atesta que o amor pode passar do ponto ou esfriar.

Confira o trailer de Bistrô romantique


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