Brasília-DF,
27/MAI/2017

Filme de Lírio Ferreira mistura referências populares e erudição

Zolá é um homem-bala que volta ao convívio com a mãe em drama sobre trupe circense

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Ricardo Daehn Publicação:05/06/2015 08:00Atualização:04/06/2015 17:29

O homem-bala de Daniel de Oliveira apresenta uma existência naturalista e impulsiva ( Imovision/Divulgação)
O homem-bala de Daniel de Oliveira apresenta uma existência naturalista e impulsiva

 

Feito de pequenos grandes momentos, Sangue azul avoluma elementos de rituais populares — da homenagem a Costinha a cultos afros — e de mística, além de vir embalado por erudição. Há de balé à trilha de Pupillo, do Nação Zumbi.

Lírio Ferreira despreza certezas plenas e se aventura por lacunas. Muito do enredo diz respeito à luxúria. Um passado traumático joga o homem-bala Zolá (Daniel de Oliveira), do Circo Netuno, numa existência naturalista e impulsiva, em que até personagens têm nome de animais.

Zolá retorna ao seio familiar para encontrar a mãe (Sandra Corveloni) e a irmã (Caroline Abras). Simbólico, seu destino é carregado de ciúmes e erotismo e estipula alterações na trupe circense que cerca ele (feita de bons atores e que trazem unidade para uma complexa história).

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