Brasília-DF,
23/JUL/2017

Disputa de limites no jornalismo dá o tom em A esperança é a última que morre

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Publicação:04/09/2015 06:00Atualização:03/09/2015 19:05

Dani Calabresa, Danton Mello e Rodrigo Sant%u2019Anna vivem um trio que forja assassinatos
 (Dowtown Filmes/Divulgação)
Dani Calabresa, Danton Mello e Rodrigo Sant%u2019Anna vivem um trio que forja assassinatos
 

A disputa sem limites éticos entre as jornalistas Hortência (Dani Calabresa) e Vivian (Katiuscia Canoro) dá o tom da comédia nacional A esperança é a última que morre, de Cavito Leal. É a luta entre a inexperiência de uma e a falta de ética da outra.

Para se sobressair no comando de um telejornal sensacionalista, Hortência conta com a ajuda de amigos, funcionários do IML vividos por Danton Mello e Rodrigo Sant’Anna. O trio forja assassinatos brutais, que Hortência noticia com exclusividade.

O limite entre o que pode ser feito para ter sucesso é discutido com bom humor no filme, que ainda traz Adriana Garambone e Augusto Madeira (do programa Pânico na TV) no elenco.

 

Ditados populares

 

O primeiro longa de Cavito Leal não foi batizado de A esperança é a última que morre à toa. O serial killer criado pelo trio de amigos sempre deixa um ditado popular junto ao corpo da vítima.


Confira o trailer:

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