Brasília-DF,
22/JUN/2017

'A 5ª onda' replica modelo de 'Jogos vorazes'

Chloë Grace Moretz apresenta mais uma forte performance em filme de ação

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Ricardo Daehn Publicação:22/01/2016 07:00Atualização:21/01/2016 18:27
A 5ª Onda apresenta mundo apocalíptico  (Reprodução/Internet)
A 5ª Onda apresenta mundo apocalíptico

O fim do mundo, nas telas, está próximo e não haveria como a resistente Cassie escapar. Quem dá vida à moça é a atriz Chloë Grace Moretz, candidata a substituta de Jennifer Lawrence, num filme que se pretende algo à la Jogos vorazes, mesmo sem maiores apelos.
 
 
O enredo desenvolvido na literatura de Rick Yancey (pela primeira vez adaptado para o cinema) vem bem no embalo do “nada do que foi será”: quatro circunstâncias de anomalia se infiltram entre os humanos, limitados, desde a energia elétrica até o controle do volume de águas costeiras, sem contar problemas surgidos com os pássaros infectados por vírus e a humanidade controlada por alienígenas batizados como Os Outros.

Além do coreografado casinho mantido entre Cassie e Evan (Alex Roe), o filme de J Blakeson fica bem infantilizado ao trazer um ursinho de pelúcia como símbolo de resistência de bons tempos e doçura.

Na pele do rebelde Ben, Nick Robinson  (de Jurassic World: O mundo dos dinossauros) chega a convencer, até porque o roteiro acopla medos típicos dos jovens em combate contra conjuntura desordenada. Mas há pobreza nas falas criadas pela roteirista de O solista, pelo mesmo diretor do fraco Um conto do destino (Akiva Goldsman) e por Jeff Pinkner, da equipe de Fringe.

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