Brasília-DF,
22/SET/2017

'A bruta flor do querer' transborda inconformismo, despretensão e imperfeições

O longa é dirigido por Andradina Azevedo e Dida Andrade, premiados pela melhor direção no Festival de Gramado

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Publicação:08/04/2016 06:20Atualização:07/04/2016 14:08
 
Dois alunos do curso de cinema da Faap estream na condução do primeiro longa-metragem: entre essa realidade e a ficção vista na tela, apenas pequenas brechas. Resumida assim, a trama metalinguística de A bruta flor do querer pode até soar a maluquice de um Rogério Sganzerla (O bandido da luz vermelha), mas reflete, de fato, a ousadia dos estreantes Andradina Azevedo e Dida Andrade, codiretores do filme criado com módicos R$ 100 mil.
 
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Premiados pela melhor direção no Festival de Gramado, Andradina e Diego ocupam ainda postos de atores do filme. Repleto de viagens interiores, Diego (Dida) interpreta o frustrado câmera de casamentos, desvirginado, na violência, pela mulher que ama (interpretada por Diana Motta).
 
Desorganizado, esboçado e em nada formulaico, A bruta flor do querer transborda inconformismo, despretensão e imperfeições. Na cadência, vem embalado por diamantes sonoros como Baby e 20 anos blues. Se lapidado, perderia a autenticidade.

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