Brasília-DF,
18/NOV/2017

Fracas atuações e indecisão quanto a gênero de narração marcam 'Doonby'

O filme faz alternâncias cronológicas entre os blocos e mescla protagonismos

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Ricardo Daehn Publicação:17/06/2016 06:04Atualização:16/06/2016 18:37
Atuações fracas e roteiro capenga pontuam longa de Peter Mackenzie (Reprodução/Internet)
Atuações fracas e roteiro capenga pontuam longa de Peter Mackenzie
 
Demasiadas interrupções de cena, apenas um ator central razoável (John Schneider), entre um empilhado de fracas atuações, e uma completa indecisão quanto a gênero de narração fazem de Doonby uma fraca opção de entretenimento.

Parece tevê, mas não é; parece filme de redenção de bebedeira, em bar de blues, mas também não é e, finalmente, tem ares de filme de lição de moral espírita, mas também não emplaca como tal.
 
Um retorno a 1967, na Lousiana, mostra Lucy Mae, a mãe de Doonby (Erin Way) algo punida, por retaliar convenções sociais, no filme dirigido pelo inglês Peter Mackenzie, de fitas obscuras como Mercador de guerra.

Agindo como uma filhinha de papai, a alcoólatra Laura (Jenn Gotzon, mal-escalada, com idade pra lá de avançada para o personagem) está noutro bloco da trama, que alterna cronologias e passa a ser protagonizada por Doonby.
 
 
 
Atores que superinterpretam, a cada cinco cenas, reviravoltas esdrúxulas na trama e climas de maldição, com mortes em família, só afundam mais um filme sem nada de foco.
 
Veja aqui os horários das sessões do filme.
 
Denúncias e discussões de mulheres como propriedades ajudam a cristalizar noções de Doonby, que abraça quase um bordão, nas falas: “Esta cidade toda é maluca! Todos precisam de ajuda!”. Nada convincente, o filme só piora com as presenças constrangedoras de Joe Estevez (tio de Charlie Sheen, na vida real) e de Jennifer O´Neill (Houve uma vez um verão).

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