Brasília-DF,
18/NOV/2017

'Jason Bourne' destaca cenas de ação, mas não surpreende

Depois de 9 anos, Matt Damon volta a protagonizar a franquia dirigida por Paul Greengrass

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Alexandre de Paula- Especial para o Correio Publicação:29/07/2016 06:05Atualização:28/07/2016 18:26
As cenas de ação dominam Jason Bourne (Reprodução/Internet)
As cenas de ação dominam Jason Bourne

Jason Bourne ficou nove anos longe das telas. O personagem de Matt Damon que deu origem à franquia de filmes de ação Bourne apareceu pela última vez em Ultimato Bourne. A franquia teve até uma outra sequência depois; sem Jason: O legado Bourne (que não alcançou mesmo sucesso). Agora, o diretor Paul Greengrass e o próprio Matt Damon voltam às telas em Jason Bourne.
 
 
 
O filme diminui a tensão psicológica dos anteriores e oferece uma enxurrada de cenas de ação. O enredo traz questões atuais como a segurança da informação e cita algumas vezes os vazamentos de Edward Snowden. Apesar da ideia interessante, soa bobo e sem profundidade, um mero pano de fundo para Matt Damon despejar socos e tiros.
 
Não é que Jason Bourne seja um filme ruim, passa longe disso, mas também não tem a força de seus necessários. É divertido e deve agradar a quem quer filmes em que só a ação seja o elemento central.
 
Confira os horários desse filme. 
 
Com pouquíssimas falas, Matt Damon até se sai bem, mais uma vez, na pele do assassino sem memórias treinado pela CIA. A agência, inclusive, é um dos pontos centrais da trama. O longa traz, a partir da estrutura corrupta da agência, uma sutil discussão sobre liberdade e privacidade na internet.
 
Jason Bourne é, sem dúvidas, mais do mesmo, com o peso de baixar um pouco a qualidade do “mesmo”, já que se trata de uma das importantes franquias da história do cinema de ação. É um filme válido, mas poderia ser bem melhor.


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