Brasília-DF,
11/DEZ/2017

Amor e sexualidade são temas centrais de 'Um belo verão'

O naturalidade com que Cécile de France e Izïa Higelin vivem o romance homossexual é um dos pontos fortes do filme

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Ricardo Daehn Publicação:29/07/2016 06:07Atualização:28/07/2016 18:25
Belas paisagens envolvem o romance entre Carole e Delphine (Reprodução/Internet)
Belas paisagens envolvem o romance entre Carole e Delphine
 
Foi com o ex-diretor da Cinemateca Francesa Serge Toubiana que, em parte, a diretora sessentona Catherine Corsini estudou o cinema de Jean-Luc Godard. Em Um belo verão é interessante como Corsini trata justo de temas caros a Godard: o amor e a sexualidade, sem nenhum julgamento.
 
 
 
Casos de amores incompletos ou que enfrentam resistências estão tanto no atual longa quanto em A repetição e ainda em Partir, todos da cineasta. Com a roteirista estreante Laurette Polmanss, a diretora oferece dois presentes para as intérpretes de Um belo verão: numa Paris atrativa e central para o desenvolvimento do feminismo setentista, Carole (Cécile de France, de As bonecas russas) encontrará Delphine (Izïa Higelin).
 
Veja as sessões disponíveis.
 
Vinda da agrária província de Limusino, Delphine se interpõe na relação entre Carole e Manuel, ao mesmo tempo em que faz enorme falta no dia a dia da mãe, Monique (Noémie Lvovsky, de L’Apollonide – Os amores da casa de tolerância). A naturalidade das atrizes, belas paisagens e a quebra de clichês trazem todos os ganhos para o longa-metragem.
 
Uma curiosidade: Cécile de France perdeu o César de melhor atriz para Catherine Frot, estrela de Marguerite, outro filme francês em cartaz na cidade.



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