Brasília-DF,
30/ABR/2017

Conflito político entre irmãos é tema central de 'Os senhores da guerra'

Julio e Carlos ficam um contra o outro numa guerra em busca da separação do estado gaúcho ou da derrubada do governo

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Publicação:16/09/2016 06:30
Tom épico e sangrento domina 'Os senhores da guerra' (Reprodução/Internet)
Tom épico e sangrento domina 'Os senhores da guerra'

A polarização política não separa amizades apenas nos dias de hoje. Em Os senhores da guerra, de Tabajara Ruas, os irmãos Julio (Rafael Cardoso) e Carlos (André Arteche) deixam de se falar porque, em plena Revolução de 1923, um é chimango e o outro, maragato.

Os irmãos estão em lados completamente opostos. Julio é prefeito de Santa Maria e tem a ambição de se eleger governador gaúcho nas próximas eleições. Como parte do plano, ele lidera uma sangrenta batalha contra os maragatos, que têm na liderança justamente Carlos. O personagem de Arteche é partidário de Luiz Carlos Prestes e quer derrubar o governo.

A primeira ideia de Ruas era fazer dois filmes, Passo das carretas e Passo da cruz. Exibido no festival de Gramado em 2014, Os senhores da guerra foi bastante criticado por não conseguir enxugar o roteiro, que acaba se perdendo entre muitos acontecimentos.
 
Tom épico e sangrento domina 'Os senhores da guerra' (Reprodução/Internet)
Tom épico e sangrento domina 'Os senhores da guerra'
 
 
Acostumado ao tom épico desde Netto perde sua alma (2001), Ruas volta a explorar, em Os senhores da guerra, as belas paisagens das paradas gaúchas e a abusar de cenas de batalhas, muitas a cavalo.



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