Brasília-DF,
23/JUN/2017

Longa 'Ouija - Origem do mal' aborda espíritos e possessões

Novo filme sobre a tábua de Ouija assusta, mas não convence

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Publicação:21/10/2016 07:00Atualização:21/10/2016 15:35
Aos nove anos, Doris descobre que fala com os espíritos (Reproducao da Internet)
Aos nove anos, Doris descobre que fala com os espíritos
 
Em 2014, Ouija —  O jogo dos espíritos levou milhares às salas de cinema. Logo depois de os créditos daquele filme subirem, ficava a impressão de que mais sustos viriam por aí, numa continuação.
 
 
 
De certa forma, é isso que faz Ouija —  Origem do mal. A ação se passa nos anos 1980, antes portanto do primeiro filme. Aqui, a menininha Doris (Lulu Wilson), de apenas nove anos, é filha de uma charlatã que ganha dinheiro fingindo que entra em contato com espíritos.
 
Confira aqui as sessões do filme.
 
Quando a mãe, Alice (Elizabeth Reaser), compra um tabuleiro de ouija (aquela brincadeira com copo) chama a atenção da menina. Afinal, ela vê ali uma maneira de entrar em contato com o pai, falecido há anos.  Só que a empreitada da garota dá errado e ela libera espíritos malignos que tomam conta do corpo dela.
 
A partir daí, é um susto atrás do outro. O problema, segundo a crítica internacional, é que poucos deles convencem. E mesmo os efeitos especiais, que tinham que ser a estrela de Origem do mal, não cumprem o papel.


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