Brasília-DF,
18/AGO/2018

'O nome da morte' conta história de brasileiro que matou 492 pessoas

Marco Pigossi da vida ao protagonista Julio, um pistoleiro insaciável

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Correio Braziliense Publicação:03/08/2018 06:08
Júlio passa por um dilema existencial em O nome da morte (Reprodução/Internet)
Júlio passa por um dilema existencial em O nome da morte

Quatrocentos e noventa e dois. Esse é o número de mortes que Júlio Santana (Marco Pigossi) carrega nas costas. O protagonista de O nome da morte, de Henrique Goldman, tem duas identidades: uma é a desse assassino implacável, a outra, a do pai de família caridoso.
 
Júlio mora com os pais no interior do Tocantins, mas não demonstra nenhum interesse em tocar o negócio da borracharia da família. Assim, ele é levado pelo tio Cícero (André Mattos) para a capital. Lá, ele descobre que o tio é pistoleiro e se encanta pelo “ganhar dinheiro fácil” do parente mais velho. Sem hesitar, Júlio resolve seguir a carreira.

É entre respeitar o código de ética familiar — o que inclui levar adiante o namoro com Maria (Fabiula Nascimento) —  e continuar matando para não morrer — agora é essa a lei que o rege. Essa luta interior é o que conduz o roteiro de George Moura, o mesmo da série global Onde nascem os fortes.

Confira as sessões disponíveis nos cinemas da capital. 
 
 


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