Brasília-DF,
15/OUT/2019

Superstição e julgamentos lideram trama de Eu não sou uma bruxa

Ficção e realidade se misturam em Eu não sou uma bruxa

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Correio Braziliense Publicação:21/06/2019 06:22Atualização:20/06/2019 14:17

Ficção e realidade se misturam em Eu não sou uma bruxa (Imovision/ Divulgação)
Ficção e realidade se misturam em Eu não sou uma bruxa

 

Shula — protagonizada por Maggie Mulubwa — é a personagem principal do filme Eu não sou uma bruxa. Vivendo uma criança de 9 anos, a trama conta histórias reais que estão acontecendo ao redor do mundo mas a partir de uma ficção. Após um acontecimento dentro da comunidade, a criança é julgada como uma bruxa e sua vida se transforma.

 

A inocência da jovem é submetida ao duro contraste de regras brutas, exploratórias e negligentes. Com Rungano Nyoni na direção, o enredo consegue retratar o exilamento das bruxas no deserto e a nova vivência à qual Shula é submetida, de viver amarrada a uma corda. Caso essa ligação seja cortada, a bruxa será amaldiçoada e se transformará em uma cabra.

Clique aqui e confira as sessões do filme

 

A esperança por um futuro melhor e a luta contra as injustiças são temas centrais retratados no filme, assim como as críticas às superstições existentes.

 

 

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