Brasília-DF,
17/OUT/2019

Sandrine Kiberlain vive síndrome do ninho vazio na comédia 'Meu bebê'

Ao ver sua caçula pronta para sair de casa Hélöise cai em desespero em uma comédia maternal

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Ricardo Daehn Publicação:02/08/2019 06:01Atualização:01/08/2019 18:54

Sandrine Kiberlain interpreta uma mãe quase leoa na comédia
 (AgenciaFebre/Divulgacao)
Sandrine Kiberlain interpreta uma mãe quase leoa na comédia

 

No peito e na raça, a protagonista da comédia Meu bebê criou os filhos. Na levada da idealização, previu que a prole seria eternamente grata, vivendo sob suas asas. Mas a vida dá voltas e, diante do fato de serem espaçosas (como reforça uma das filhas), por causa de um excesso “de amor”, as crianças clamam por mais ar e menos sufoco. Hélöise (a talentosa e empática Sandrine Kiberlain), a mãe, cai em desespero, com a ideia de ser abandonada.

 

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Mãe, antes de se ver como mulher, Hélöise encontra-se em crise, no filme que foi dos carros-chefes da programação do Festival Varilux do Cinema Francês. Num festival especializado em comédias, Kiberlain (lembrada por filmes como Mademoiselle Chambon) foi premiada melhor atriz. Talvez um exagero para uma fita tão despretensiosa assinada por Lisa Azuelos.

 

Filha de Azuelos, a atriz Thaïs Alessandrin estreia em cinema, no papel de Jade, a filha que, praticamente, está com malas arrumadas para uma temporada no Canadá. Aflita e engraçada, numa performance terna, Sandrine Kiberlain sofre, transbordando doçura na tela. Melhor do que este sentimento, são as gags de sua falta de familiaridade com parafernálias tecnológicas do cotidiano. 

 

 

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