Brasília-DF,
04/AGO/2021

"Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir", diz Sabrina Sato

Sobre a mudança de emissora, Sabrina comentou "Não sei se esse é o caminho certo ou errado. Pra falar a verdade não estou nem pensando nisso"

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Publicação:16/12/2013 09:23Atualização:16/12/2013 09:30

A apresentadora começou na televisão após participar de reality show (Gil Rodrigues/Esp. Aqui BH)
A apresentadora começou na televisão após participar de reality show

Conhecida pelo trabalho na Band, Sabrina Sato se despediu dos colegas do programa Pânico no último domingo (15/12). A apresentadora escreveu uma mensagem em rede social sobre o desligamento com a emissora, mas não falou sobre o futuro.

"Hoje, 10 anos depois, sinto que é hora da filha sair de casa, andar sozinha. Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir e desejos em minha vida pessoal que começam a despertar", escreveu.

Na última semana, alguns sites e colunistas afirmaram que a japa recebeu uma proposta de apresentar um programa na Record em março de 2014 e que a Band havia oferecido R$ 600 mil para a apresentadora continuar na emissora.

Apesar da despedida, Sabrina tem compromissos com o Pânico até o fim do mês.

Confira a mensagem de despedida

Isso não é uma nota redigida por uma assessoria de imprensa. Isso não é um comunicado feito por advogados. Isso sou eu, Sabrina, em primeira pessoa, falando através do meu coração, como sempre fiz na minha vida. Meu sonho sempre foi fazer televisão e há 11 anos entrei no Big Brother Brasil, uma experiência rica que me abriria algumas portas.

Algumas possibilidades apareceram na emissora em que eu estava. Muito nova e em meio a uma avalanche de emoções, era difícil saber que rumo tomar, mas, por mais clichê que isso possa soar, posso afirmar que meu coração já sabia pra onde nós, eu e ele, deveríamos ir: Um programa de radio chamado Pânico, onde encontraria pessoas com quem passaria os próximos 10 anos da minha vida e que rapidamente se tornariam minha família. Nesses 10 anos, passamos momentos maravilhosos e momentos de sofrimento, porem em todos os momento, estávamos juntos, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, nos aplausos e nas vaias, por que foi assim que sempre vivemos, nos apoiando um no outro, deixando de lado ego e outras bobagens. O combinado sempre foi esse, juntos sempre, como uma família.

Dediquei grande parte da minha vida pro pânico, com todo respeito e foco e nunca vou me arrepender disso, foi lá que tive a oportunidade de aprender a fazer o que amo fazer, onde encontrei meus fãs que eu amo, onde me encontrei. Como nas melhores famílias, no pânico fui feliz, sofri, amei, briguei, gargalhei, chorei, me senti forte, perdi o chão. Foi lá onde nasci, comecei a engatinhar, a andar, cresci e amadureci.

Hoje, 10 anos depois, sinto que é hora da filha sair de casa, andar sozinha. Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir e desejos em minha vida pessoal que começam a despertar. Não está sendo fácil, doi demais, enquanto escrevo essa carta, ficar assistindo esse filme que passa na minha cabeça sem parar, é um filme que passa a minha historia, que se confunde com a historia do pânico e é muito difícil diferenciar onde começa um e onde termina o outro. Me doi muito entender que a partir de agora não estarei mais sentada naquele sofá domingo a noite com minha família, que não estarei mais cercada dessas pessoas que tanto amo, doi muito, muito mesmo, mas sinto que é uma dor necessária.

Dessa história, guardarei para sempre grandes irmãos e um lugar que amo, levo comigo a sensação de que nós fizemos uma trajetória linda juntos, e que agora é hora de seguir no caminho pra onde meu coração está me chamando e insistindo que é pra onde nós temos que ir, eu e ele, e com o pânico pra sempre dentro de nós. Agradeço muito e do fundo do coração ao Emilio, Anne, Ceará ,Vesgo, Evandro, Gui, Edu, Dani, Ouriço, Ie Ie, Bola, Bolinha, Maizena, Carioca, Alan, Tutinha, as lindas Re, Carol, Nick a equipe da Band, Diego, Johnny e Claudia Saad, Rosana, toda a produção, redação, edição, direção, comercial e todos que trabalham com muito amor para colocar o Pânico no ar. Amo muito vocês.

Não sei se esse é o caminho certo ou errado. Pra falar a verdade não estou nem pensando nisso. So sei que algo grita alto dentro de mim dizendo que esse é meu caminho, torto ou reto, o meu caminho, o que eu acredito. Estou disposta a aprender, sei que não vai ser fácil, mas vou com as armas que tenho: coragem, paixão pelo que faço, vontade de aprender, gratidão e humildade.

Vou sentir saudades, muitas saudades....

Sabrina.

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COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.
Eliade Arn 16 de Dezembro às 12:01

A disputa é acirrada no quesito "programa baixaria, nível -0" o pânico e o programa do tal "teste de fidelidade" são as maiores baixarias da TV aberta no Brasil. Um lixo, LIXÃO MESMO!

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