Brasília-DF,
22/SET/2021

Restaurante Versão Tupiniquim é mistura de Brasil com Japão

O estabelecimento com pegada nipônica tem muito para conquistar o paladar dos torcedores japoneses

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Liana Sabo Publicação:15/06/2013 08:00Atualização:14/06/2013 16:38

Mistura do Brasil com o Japão, restaurante oferece cardápio variado (Monique Renne/CB/D.A Press)
Mistura do Brasil com o Japão, restaurante oferece cardápio variado
Dedicado à cozinha brasileira, mas com interpretação contemporânea, o Versão Tupiniquim (302/303 Sul) tem um trunfo a mais para conquistar o paladar dos torcedores japoneses que vêm a Brasília. Além de oferecer cardápio com pegada nipônica

- camarão atadinho com bifum (macarrão de arroz), buta (carne suína cozida no sakê; foto) e siri ao harumaki com toque de gengibre - os pratos são sugeridos inclusive no idioma japonês.


Como se não bastasse a hospitalidade com a qual a casa quer receber os clientes, o próprio dono está pronto para desejar bom apetite, mas em japonês: itadakimasu. Essa é uma das raras expressões que o sócio-proprietário Túlio Lustosa Seixas Pinheiro, mais conhecido como Túlio Guerreiro, aprendeu ao longo dos dois anos (2005-2006) em que jogou futebol em Kiushu, ilha situada ao sul do arquipélago japonês. Lá. Turio, como era chamado pela torcida do Oita Trinita, envergava a camisa número 11.

 

Túlio Guerreiro, Turio para os japoneses: boas-vindas à torcida nipônica (Monique Renne/CB/D.A Press)
Túlio Guerreiro, Turio para os japoneses: boas-vindas à torcida nipônica

Sabores do mar
Da passagem pelo Japão, ficou a paixão por peixes e frutos do mar, "a carne vermelha lá é muito cara", justificou o ex-capitão do Botafogo, agora convertido em gestor de uma casa com forte influência japonesa, desde a decoração até a apresentação da comida. "Os pratos são servidos no estilo oriental, em pequenas porções com sabores variados", explica a chef Fabiana Pinheiro. Desde que abriu a casa, a chef investe na fusão de sabores, como a entradinha com cinco camarões. Quatro, depois de marinados e salteados, formam um leito e recebem molho de vinagrete quente. O quinto, com fios de arroz, coroa o prato (R$ 32).

Fome de bola
O craque brasiliense começou a carreira em 1995, no Goiás, e teve rápida passagem num time da Arábia Saudita antes de se transferir para o Botafogo, no Rio. Foi o clube carioca que negociou o passe dele com o Japão, onde Túlio se adaptou muito bem. "Só não gostei do sorvete de feijão", disse. De volta ao Brasil, Túlio ainda jogou mais uma vez no Botafogo, no Corinthians e no Grêmio. Em dezembro de 2012, surpreendeu ao acertar com o Sobradinho, onde encerrou a carreira no mês passado. Aos 37 anos, estuda administração e gestão esportiva na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, com o objetivo de desenvolver um projeto para formação de atletas.

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