Brasília-DF,
17/SET/2021

Segundo nutricionista, sopa é boa opção para repor energia depois da balada

'Além de aquecer, a sopa alimenta, e quem sai de uma festa ou de uma boate, às vezes, precisa repor energias ou comer alguma coisa', afirma Pollyana Corrêa

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Vinicius Nader Publicação:28/06/2013 06:04Atualização:28/06/2013 11:55

Elisabete Vargas: cremes de abóbora e de milho entre os mais pedidos (Edilson Rodrigues/CB/D.A Press)
Elisabete Vargas: cremes de abóbora e de milho entre os mais pedidos

Com a chegada do inverno e do friozinho noturno, a sopa quente passa a ser ainda mais bem-vinda. Além de aquecer, ela dá uma sensação de conforto e de saciedade. Por isso, a estação mais fria do ano é saudada em casas que servem sopas em bufês ou à la carte com entusiasmo. “Esse período chega a representar aumento de até 70% no nosso movimento noturno”, afirma a chef Elisabete Vargas, do Bhumi Cozinha Orgânica e Saudável.

 

Na casa comandada por ela, o bufê começa às 18h30 e oferece, de segunda a sábado, quatro opções de sopas e caldos, entre as quais pelo menos duas receitas são orgânicas. Pelo preço de R$ 16,90, o cliente ainda pode se servir à vontade de acompanhamentos, como pães caseiros, alho-poró, couve e queijo ralado. Entre os sabores que aparecem no bufê do Bhumi, alguns fazem mais sucesso.

 

“Tenho que colocar a canja dia sim, dia não, porque tem gente que cobra. Outros que fazem muito sucesso são os cremes de abóbora e de milho”, diz a chef. No cardápio da casa chamam atenção também opções como o caldo de feijão azuki e o creme indiano, à base de batata doce, castanha e frutas secas. Esses aparecem a cada 15 dias. No inverno, quem também marca presença é a canjiquinha com leite de coco.

 

Segundo a nutricionista Pollyana Corrêa, a sopa pode repor as energias perdidas na balada (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Segundo a nutricionista Pollyana Corrêa, a sopa pode repor as energias perdidas na balada

 

De tigela em tigela

 

Na unidade da Asa Sul do Naturetto, os caldos e sopas podem ser encontrados de três maneiras: no bufê, à la carte ou na versão expressa. No primeiro caso, são oferecidas quatro receitas que contam com o aval de Pollyana Corrêa, como caldo de legumes, caldo de mocotó ou creme de milho com frango. O preço é R$ 14,90 por pessoa, com direito a pães e torradas com manteiga ou orégano para acompanhar.

 

Se o cliente quiser incluir rodízio de massas e pizzas no menu, o preço vai para R$ 29,90. “A massa com um molho mais leve é uma opção para esquentar e para se comer depois de uma sopinha como entrada. É mais uma maneira de se aquecer”, sugere Pollyana. No modo à la carte, a tigela de sopa sai a R$ 10,90. Além dos sabores oferecidos no bufê do dia, o cliente pode escolher outros, como feijão com bacon ou o tradicional caldo verde.

 

 

 

Baladeiros

 

A modalidade expressa foi criada para atender os baladeiros de plantão, pois, no fim de semana, o balcão funciona até às 3h, quando o restaurante já está fechado. Segundo Pollyana, “além de aquecer, a sopa alimenta, e quem sai de uma festa ou de uma boate, às vezes, precisa repor energias ou comer alguma coisa”. Aqui, a tigela da sopa — oferecida nos mesmos sabores do cardápio à la carte — sai a R$ 8,50.

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