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21/SET/2021

Redes de fast-food ganham destaque por toque personalizado em sanduíches

De um tempo para cá, os sanduíches ganharam toque gourmet e passaram a ser feitos artesanalmente

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Vinicius Nader Publicação:12/07/2013 06:03Atualização:11/07/2013 14:34

Não tem como falar de comida americana sem que os lanches e a fast-food venham à mente. Mas isso não significa ir a redes de hambúrgueres industrializados. De um tempo para cá, os sanduíches ganharam toque gourmet e passaram a ser feitos artesanalmente. "Os americanos gostam muito de hambúrguer e essa tendência gourmet tem se espalhado por lá, mesmo que ainda existam as grandes redes", atesta Gustavo Maragna, professor e chef do restaurante-escola do Senac.

 

A aceitação por aqui também tem crescido. "O hambúrguer artesanal tem cada vez mais procura. Além da carne, moída e processada à maneira americana, os acompanhamentos também são clássicos na cozinha americana”, afirma Matheus Ramalho, sócio da hamburgueria Johnnie Special Burger. Dessa forma, o carro-chefe da casa, o super Johnnie (R$ 25,45), vem com bacon, três fatias de queijo cheddar e cebola grelhada.

 

O hambúrguer super Johnnie, o carro-chefe da casa (Carlos Moura/CB/D.A Press)
O hambúrguer super Johnnie, o carro-chefe da casa

 

Outras opções da casa que refletem a cultura americana em sua composição são o tex mex (R$ 21,50), preparado com queijo cheddar, chili e nachos, e o tio Sam (R$ 22,90), com queijo cheddar, ovo, maionese, alface americana e tomate.

 

De olho nas crianças

 

As crianças são grandes apreciadoras de fast food, e é difícil atrair os pequenos para o hambúrguer artesanal. Por isso, José Antônio Moreira, da hamburgueria Cumarim, incluiu em suas casas uma bola de sorvete como cortesia. “Foi uma maneira que achei de fazer com que os meninos não comam só nas grandes redes, porque o hambúrguer artesanal acaba sendo mais saudável”, completa.

 

José Antônio ressalta que todos os passos do preparo de seus hambúrgueres são cumpridos no açougue instalado em um dos restaurantes, em Águas Claras. "Ali fazemos desde a limpeza da carne até a pesagem para que os hambúrgueres tenham o mesmo tamanho", conta.

 

Iuri Crema:'Cachorro-quente não é mais só pão e salsicha'
 (Edilson Rodrigues/CB/D.A Press)
Iuri Crema:"Cachorro-quente não é mais só pão e salsicha"

 

Entre os sanduíches servidos na casa destaca-se o salada burguer (R$ 16,40), que inclui 100g de contra-filé, molho barbecue, queijo, tomate, cebola roxa, alface americana e batata frita e “é o preferido do público feminino”.
Já os adultos preferem o Super Picanha Brasil (R$ 27,80), que combina 200g de picanha, molho barbecue, alho crocante, queijo e batata frita.

Homenagens pop


Personalidades americanas como o ex-pugilista Cassius Clay batizam sanduíches no Zacks. Nesse caso, o sanduíche vem recheado com dois hambúrgueres de picanha e mais cogumelos frescos, queijos prato e cheddar e tomate e custa R$ 32,90. A Apollo 11 é outra que merece homenagem ao nomear sanduíche que combina onion rings, duas fatias de queijo prato, alface e tomate. O preço também é R$ 32,90.

 

O tradicional hot dog quente não poderia ficar de fora dessa onda gourmet. "Cachorro-quente não é mais só pão e salsicha. Novos ingredientes foram chegando e hoje a variedade é grande”, afirma Iuri Crema, do Überdog.

 

Sanduíche Apollo 11: homenagem do Zacks ao ícone pop (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Sanduíche Apollo 11: homenagem do Zacks ao ícone pop

 

A lanchonete mantém em seu cardápio o nacked (R$ 5,30), "talvez o mais americano de todos, que tem só pão e salsicha mesmo e pode ser encontrado em qualquer esquina de lá”, e opções mais elaboradas, como o Barbeuce (R$ 9,45), com queijo cheddar, bacon e molho barbecue, e o Tijuana (R$ 9,45), "que representa bem a fronteira com o México e leva chilli, cheddar cremoso e pimenta jalapeño fatiada".

 

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