Brasília-DF,
28/SET/2021

Diego Kleibe dá dicas de como fazer hambúguer artesanal em casa

Já Andres Sanchez indica bebidas alcoólicas clássicas nos EUA

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Vinicius Nader Publicação:12/07/2013 06:06Atualização:11/07/2013 15:12

O saboroso Burning Love: fácil de fazer em casa (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
O saboroso Burning Love: fácil de fazer em casa

Quando falamos em gastronomia norte-americana, muita gente pensa na mesma hora em um hambúrguer suculento, acompanhado por molhos, queijos e saladas incontáveis. Engana-se quem acredita que a única maneira de ter acesso a essa delícia é em lanchonetes. É possível, sim, fazer seu próprio hambúrguer, de maneira artesanal e muito, muito especial. E não é tão difícil quanto pode parecer.
Quem garante é Diego Kleibe, sócio do Zacks. Na hamburgueria, com unidades no Brasília Shopping e no Taguatinga Shopping, todos os hambúrgueres servidos são artesanais, fabricados em cozinha própria. “As carnes usadas no preparo podem ser várias. Eu gosto da picanha e da alcatra, mas temos sanduíches com calabresa e até com salmão. O processo é o mesmo”, afirma Diego. Ele dá uma dica para quem vai se arriscar em casa: “O hambúrguer fica muito saboroso também quando misturamos mais de um tipo de carne, usando retalhos mesmo. É importante colocar um pouco de gordura da carne para deixar mais suculento”.

Para a hora de fritar, Diego dá outras dicas valiosas: não ficar virando a carne na frigideira e temperar apenas na hora. “Se você tempera na hora, a carne fica com gosto mais fresco, além do que, quando o hambúrguer é temperado com antecedência, fica mais escuro e com sabor mais forte”, explica. Para quem prefere ir para a cozinha menos vezes, uma opção pode ser congelar a carne. Ela dura até um mês, se levada ao freezer sem tempero e já fracionada. Na geladeira, o hambúrguer pode ser guardado por até dois dias sem problemas.

 

Confira entrevista com José Antônio Moreira, da hamburgueria Cumarim


Chef José Antônio Moreira, da hamburgueria Cumarim by Correio Braziliense on Mixcloud


 

As bebidas dos ianques
Assim como as lanchonetes e restaurantes, os bares americanos estão sempre lotados. E eles têm alguns drinks que foram criados ou popularizados por lá. O bartender do bar Nations, Andres Sanchez, indica o uísque e o absinto como um dos ingredientes mais frequentes nas coqueteleiras daquele país. O drink Manhattan (R$ 18), por exemplo, é apontado por Sanchez como bem característico por combinar uísque, vermute tinto, angostura e cereja.


Andres Sanchez: uísque nas coqueteleiras americanas (Adauto Cruz/CB/D.A Press)
Andres Sanchez: uísque nas coqueteleiras americanas


Já o sazerac (R$ 22) leva em sua receita uísque, absinto, limão, açúcar e pey chaud bitter. “Essa é uma bebida clássica de New Orleans. Dizem que era a preferida de Edgar Allan Poe e que teria sido criada por um farmacêutico”, afirma o bartender. Por volta de 1880, foi criado outro drink que perdura até hoje, o old fashioned (R$ 18), com gim, açúcar, angostura e laranja. O curioso é que, no início, a bebida era preparada com destilado de milho.

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