Brasília-DF,
28/SET/2021

Gerardo Costa diz que é possível fazer pratos elaborados com carne de segunda

"O ossobuco é muito versátil", revela o chef

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Vinicius Nader Publicação:02/08/2013 06:01Atualização:01/08/2013 14:37

Chef Gerardo Costa e a bem aceita rabada do restaurante Pampulha (Viola Júnior/Esp. CB/D.A Press)
Chef Gerardo Costa e a bem aceita rabada do restaurante Pampulha
“Dá para fazer pratos bem elaborados com carne de segunda. Depende apenas da técnica e da criatividade do chef.” Quem garante é Gerardo Costa, comandante das caçarolas do restaurante de comida mineira Pampulha. Na casa, no bufê de almoço (R$ 49,90, o quilo, de segunda a quinta; e R$ 54,90, o quilo, de sexta a domingo e feriados) podem ser encontrados cortes como fraldinha assada no sal grosso e no alho e ossobuco ao molho da própria carne. “O ossobuco é muito versátil. Pode ser servido ao molho, em risotos ou no recheio de massas, como ragu, além de sopas e caldos. Ele fica macio se cozido lentamente”, afirma Gerardo.

No cardápio à la carte do Pampulha, a rabada marca presença. Em um prato capaz de servir quatro pessoas, a iguaria chega à mesa acompanhada de arroz branco, agrião, pirão, tutu de feijão e couve refogada. O preço é R$ 148. O chef garante que “o preconceito que existia com carnes como a rabada acabou. O público já percebeu que é possível acertar o ponto da carne e manter seu sabor a partir da maneira de preparo correta”.

 

 

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