Brasília-DF,
28/SET/2021

Conheça os pratos apreciados pela trupe do Cirque du Soleil, em cartaz na cidade

Chefs dão dicas de onde encontrar receitas semelhantes nos cardápios dos restaurantes e das cafeterias de Brasília

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Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:16/08/2013 06:00Atualização:15/08/2013 19:25

Chefs que comandam a cozinha da tenda do Cirque du Soleil: pratos de várias nacionalidades no menu (Monique Renne/CB/D.A Press)
Chefs que comandam a cozinha da tenda do Cirque du Soleil: pratos de várias nacionalidades no menu

A música mambo nº 5, de Lou Bega, envolve a tenda. Quatro homens se revezam em movimentos velozes e precisos. É quase hora do almoço no Cirque du Soleil, no estacionamento do estádio Nilson Nelson em turnê com o espetáculo Corteo. Mas esta não é a tenda principal e, sim, a cozinha. Do lado de cá do balcão que divide o espaço entre refeitório e cozinha industrial, estão, além de mesas de plástico, uma estação com computador, tabuleiros de xadrez e vários livros, em muitas línguas: russo, japonês, alemão, português.

Equipe ensaiada
Salmão ao molho de maple syrup preparado pelo chef neozeolandês Ian Braund
Salmão ao molho de maple syrup preparado pelo chef neozeolandês Ian Braund
Com tantas bandeirinhas embaixo da tenda, a cozinha do Cirque du Soleil tem necessariamente um caráter internacional e de fusão. "Nós tentamos representar todos os grupos étnicos que fazem parte desta turnê”, afirma o chef Ian Braund, neozelândes que coordena a cozinha ao lado de Anson Sin, de Singapura; Pim Valken, da Holanda; e do paulista Murilo Vasconcelos. O quarteto conta com o auxílio de uma equipe brasiliense de 14 pessoas na missão de servir mais de 500 refeições por dia para artistas e produtores de 25 nacionalidades diferentes.


Debaixo da lona
 

De nome francês, o Cirque du Soleil foi fundado no Canadá, na província de Quebec, em 1984 por dois artistas de rua: Guy Laliberté e Daniel Gauthier. Um dos símbolos do gigante vizinho dos Estados Unidos é a folha da árvore bordo que estampa a bandeira canadense. A saborosa seiva desta árvore permanece quase oito meses por ano em temperaturas abaixo de zero e guarda um aroma único.

Depois de extraída da árvore, a seiva é fervida até atingir a consistência de uma calda espessa, chamada xarope de bordo (maple syrup, no original inglês). O doce xarope de bordo tem variações, dependendo da época e da região onde a seiva é extraída: quanto mais escura for sua coloração, mais forte será o seu sabor. Geralmente, é sabo0reado com waffles, panquecas, french toasts, entre outros.

 
Na tenda do Cirque du Soleil, a trupe aprecia a delícia em receitas como salmão ao molho de syrup e shoyo. Nesste prato, o chef Ian Braund prepara o peixe com limão siciliano. "Escolhi o syrup porque é bem representativo do Canadá."

 

Ficou com vontade de experimentar? Você poderá encontrá-lo à venda em alguns pontos em Brasília. Na padaria e empório Pães e Vinhos, a garrafa com 250ml do xarope sai a R$ 30,70. Já no La Palma, o preço da mesma quantidade do líquido é R$ 41.


 

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