Brasília-DF,
23/OUT/2018

Chef Daniel Brand atesta que não existe pão igual ao preparado na França

Daniel Briand contou que, em seu país, o pão é presença obrigatória em todas as refeições

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Vinicius Nader Publicação:16/08/2013 06:10Atualização:15/08/2013 19:04
Croissants da confeitaria Daniel Briand (Viola Junior/Esp. CB/D.A Press - 4/7/13)
Croissants da confeitaria Daniel Briand

"O Brasil é o país do arroz com feijão. A França é o dos pães." A comparação do francês Daniel Briand, dono da cafeteria que leva seu nome, deixa claro como seus conterrâneos levam a sério a tradição da excelência no preparo de pães, brioches, baguetes, croissants e tantas outras delícias.

Daniel conta que, em seu país, o pão é presença obrigatória em todas as refeições. No almoço ou no jantar, ele é consumido na entrada, acompanhando o prato principal ou mesmo antes da sobremesa. Daniel costuma ir uma vez ao ano à França e atesta que "não existe pão como o de lá". "É uma questão cultural. Nós não conseguimos ter alegria como o brasileiro e o brasileiro não faz pães como os nossos", acredita.

Filho de padeiro e morando no Brasil há 18 anos, Daniel afirma que em seu país natal é raro as pessoas tomarem café da manhã fora de casa. "Elas compram pão ou croissant fresquinhos na padaria e levam para casa", explica. Outra diferença: o croissant é consumido puro na França. Já aqui ele geralmente é acompanhado por geleia ou manteiga, o que é considerado pelo francês um exagero, uma vez que a iguaria leva bastante manteiga na receita de sua massa.

Na cafeteria Daniel Briand, o tradicional croissant francês pode ser encontrado a R$ 4,10, mesmo preço do brioche puro. O brioche recheado com amêndoas sai a R$ 5,20. Quem optar por um café completo, com direito a, entre outros itens, queijos, geleia e croissant, terá que desembolsar R$ 35.

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