Brasília-DF,
11/DEZ/2017

DOC Food & Wine Bar estreita a relação entre a comida e o vinho

Situado na QI 21, num aprazível espaço que foi usado por uma academia de ginástica, o restô tem a assinatura de George Zardo

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Liana Sabo Publicação:23/08/2013 06:10Atualização:22/08/2013 19:34
Os chefs Leticia Vargas (E), Adrian Córdoba e Simon Navarrete foram treinados por Mara Alcamim para comandarem o fogão do D.O.C. (Viola Junior/Esp. CB/D.A Press)
Os chefs Leticia Vargas (E), Adrian Córdoba e Simon Navarrete foram treinados por Mara Alcamim para comandarem o fogão do D.O.C.
A combinação comida e vinho está cada vez mais íntima, a ponto de surgir cozinha dentro de adega. Ou seria adega junto à cozinha? O mais recente exemplo é o D. O. C. Food & Wine Bar, cuja sigla significa Denominação de Origem Controlada, certificação que atesta a identidade de um produto de determinada região. O nome não é desconhecido do brasiliense, especialmente do Lago Sul, onde existiu quatro anos atrás o restaurante DOC Lounge, na QI-9/11, transformado mais tarde em Fatto, também de curta duração.

Situado na QI 21, num aprazível espaço que foi usado por uma academia de ginástica, o restô tem a assinatura de George Zardo. São seus proprietários os irmãos Marcello e Ricardo Coimbra, donos das lojas Maison des Caves, em Brasília e Goiânia. Há três anos comercializando vinhos, importados pela Ruby Wine, a dupla decidiu agora investir também na alimentação. Para tanto, convidou outro sócio, Guto Almeida, que não é um estranho no ninho, pois explora uma franquia da rede Fran’s Café.

Almoço a partir de segunda

O trio confiou o projeto à experiente chef Mara Alcamim, que assina mais uma consultoria gastronômica. No cardápio há várias reduções de vinho e “qualquer um dos pratos é facilmente harmonizável com a bebida”, explica Marcello, que pretende abrir a casa também para almoço, a partir de segunda-feira. “Nestes primeiros 10 dias de funcionamento, teve cliente que voltou três vezes”, comemora o novo restaurateur.

Filé com redução de merlot, purê de batata e crocante de grana padano (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Filé com redução de merlot, purê de batata e crocante de grana padano
Quando encerrar sua tarefa no fim do mês, Mara terá deixado a cozinha (pequenina, parecendo de avião) nas mãos de outro trio: o argentino Adrian Córdoba, o chileno Simon Navarrete e a brasiliense Letícia Vargas, formada no Iesb. O almoço, por módicos R$ 39, terá sempre uma sugestão de prato do dia acompanhado por uma salada.

Há mais sugestões de entradas do que de principais, com destaque para os ceviches (outro trio) de pescados, de filé com raiz forte e de centolla (caranguejo gigante) com manga, todos marinados no vinho riesling; fondue de brie com camarões e morangos; foie gras em crosta de doce de leite e vinagrete de quinoa (R$ 98) e a simples burrata, pesto, tomatinhos com torradas de ciabatta e crocante de gruyère (R$ 24,90).
 
Caviar e champanhe
A alta gastronomia está presente no cardápio em pratos como cauda de lagosta com geleia de cabernet sauvignon e purê de gruyère; risoto de centolla com manjericão, tomatinhos sweet grape e redução de late harvest com caviar; e cordeiro ao malbec e cuscuz marroquino (R$ 77). Mais de 100 rótulos nas prateleiras climatizadas do salão podem também ser levados para casa, além de acessórios usados no serviço do vinho. A casa não abre aos domingos.

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