Brasília-DF,
18/SET/2021

Fabiano Crivelaro da peticasria Rander ensina como prepara uma rã grelhada

Na petiscaria são servidas três opções da rã: frita no óleo de algodão, ao alho e azeite (R$ 28), à milanesa (R$ 28) e no consumé (R$ 15)

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Vinicius Nader Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Publicação:13/09/2013 06:07

Coxas de rã da Rander servidas ao alho e azeite (Monique Renne/CB/D.A Press)
Coxas de rã da Rander servidas ao alho e azeite

"É um pescado de carne nobre, muito sensível e com sabor e textura entre o frango e o peixe. Além disso, muito proteico e com baixo colesterol”. A definição dada por Fabiano Crivelaro, da Petiscaria Rander, é — para a surpresa de muita gente — de carne de rã. “Nosso maior concorrente ainda é o preconceito”, afirma Fabiano, que completa: “O consumo de carne de rã no Brasil está crescendo aos poucos. Acontece a mesma coisa com o vinho. A pessoa prova e acha estranho. Depois que adquire o hábito, apaixona-se”.

Na petiscaria são servidas três opções da rã: frita no óleo de algodão, ao alho e azeite (R$ 28), à milanesa (R$ 28) e no consumé (R$ 15). Antes de a petiscaria ser inaugurada, em outubro passado, o Rander era um restaurante no Hotel das Nações onde eram oferecidas receitas como canja ou rã à provençal. Para quem quiser testar em casa, a Rander vende a carne congelada, a R$ 55, o quilo. Vale o aviso: a carne de rã pega tempero facilmente.

Gerente da casa, Gilson Santos indica como bebida perfeita para acompanhar os petiscos uma dose da cachaça Dom
Tapparo (R$ 4,50) gelada. Quem prefere vinho pode optar por um branco, especialmente se a uva for sauvignon blanc.

 

Assista ao vídeo de Fabiano Crivelaro falando sobre a carne de rã


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