Brasília-DF,
16/OUT/2018

Inspirado no óleo das oliveiras, chef cria prato com harmonização do azeite

Para preparar a copa de lombo, a carne precisa ser cozida por oito horas e servida ao molho demi glace

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Vinicius Nader Rebeca Oliveira Publicação:27/09/2013 06:06Atualização:26/09/2013 13:29
Chef Agenor Maia só abriu seu primeiro restaurante devido à localização privilegiada  (Carlos Moura/CB/D.A Press)
Chef Agenor Maia só abriu seu primeiro restaurante devido à localização privilegiada

Agenor Maia já passou pela cozinha do melhor restaurante do país, O D.O.M, de Alex Atala; e do melhor da América Latina, Astrid y Gastón, do peruano Gastón Acurio. Dividir as panelas com os maiores chefs do mundo só lhe fez bem. Mas, após um período entre grandes nomes, decidiu afastar-se das caçarolas. Não por muito tempo. Este ano, abriu sua própria casa. A inspiração vem do famoso óleo da oliveiras, por isso o nome Olivae, em latim, pé de oliveira.

Poucos sabem que a casa, em funcionamento há um mês, só nasceu devido à sua localização. Ao ver que um restaurante havia fechado as portas no mesmo local, o chef decidiu fixar-se na conhecida Rua dos Restaurantes. “Não tinha interesse em voltar para a área agora, mas essa rua me atrai demais”, revela.

Da cozinha saem receitas em que a harmonização principal é o azeite. Como na copa de lombo, cozida por oito horas e servida ao molho demi glace acompanhada por arroz de puta rica, tradição em algumas esquinas de Goiás, com ervilha, cenoura, calabresa, bacon crispy e um leve — e delicioso — toque de pequi. O prato sai a R$ 44. Até nas sobremesas, como no sorvete de cupuaçu artesanal preparado com azeite especial para sobremesas e servido com farofa doce (R$ 12,90), o precioso óleo das oliveiras está presente.

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