Brasília-DF,
10/DEZ/2017

Para não confundir, especialista recomenda beber o que se gosta

De acordo com o cervejeiro do Stadt Bier, diferente do vinho, as cervejas não possuem dogmas ou proibições

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Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Publicação:01/11/2013 06:07Atualização:31/10/2013 13:08

O mestre cervejeiro Klecius Celestino prefere armazenar a bebida em alumínio (Ed Alves/CB/D.A Press)
O mestre cervejeiro Klecius Celestino prefere armazenar a bebida em alumínio

Assim como o vinho, a cerveja mostra seu viés gourmet. No entanto, a diversidade de tipos, grãos, escolas e rótulos pode confundir os mais leigos. Para alguns especialistas, o segredo é beber o que se gosta e da maneira a qual se está acostumado. “Diferentemente do mercado do vinho, com as cervejas não há dogmas ou proibições”, afirma o mestre cervejeiro do Stadt Bier, Klecius Celestino. Em 2004, a casa abriu as portas oferecendo chopes e cervejas artesanais com características alemãs. Klecius se debruça sobre a bebida desde 1996 e tem passagem por multinacionais do setor.

 

No Stadt Bier, as cervejas são servidas como se fossem chopes e ficam armazenadas em tanques de alumínio. É onde ganham cor, corpo, textura e aroma diferenciados das servidas em garrafas ou latas. A casa apresenta 22 pratos para os clientes petiscarem, sempre buscando equilíbrio com as sete opções de cervejas artesanais disponíveis. A cristal (R$ 4,50) é suave e combina com um petisco bem popular no Brasil: batata frita (R$ 17). Já a de trigo com malte escuro (R$ 5,20) é a companheira ideal para embutidos, como o salsichão suíno ou de vitela servido com chucrute (R$ 27,50).

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