Brasília-DF,
26/SET/2021

Sushiman utiliza manga para compor pratos quentes servidos no cardápio

O prato é servido em duas versões na casa: clássica e especial, na qual o sushi aparece envolto no salmão e em ovas de massago

Diminuir Fonte Aumentar Fonte Imprimir Corrigir Notícia Enviar
Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:08/11/2013 06:08Atualização:07/11/2013 13:26

Pedro Emílio Barbosa inaugurou um restaurante japonês recentemente em Vicente Pires: festival com 60 itens (Ed Alves/CB/D.A Press)
Pedro Emílio Barbosa inaugurou um restaurante japonês recentemente em Vicente Pires: festival com 60 itens

O sabor adocicado da manga conquistou de vez seu espaço na culinária japonesa. É comum encontrar a fruta na composição de sushis e pratos quentes servidos em casas orientais pela cidade. “O sushi califórnia é um clássico que se originou nos Estados Unidos e combina manga, kani e pepino”, afirma José Wilker, sushiman do Kimura, restaurante inaugurado há cerca de um mês em Vicente Pires.


A iguaria é servida em duas versões na casa: clássica (R$ 5,80, a porção com quatro unidades; e R$ 11,90, a com oito) e especial (R$ 7,90, quatro unidades; e R$ 15,50, oito), na qual o sushi aparece envolto no salmão e em ovas de massago. “Para essa receita, eu sempre uso manga tommy, porque ela tem sabor levemente adocicado e poucas fibras”, explica Wilker, ressaltando que a manga não pode ser muito madura nem estar verde.

 

Além de constar no menu a la carte do Kimura, o califórnia aparece no festival, no qual o cliente pede em uma lista de cerca de 60 itens entre entradas, sushis, sashimis, pratos quentes e sobremesas, a R$ 54,90 no almoço e R$ 58,90, no jantar.


Com pescados de água doce

Sushiman do restaurante Haná, Tarin Mercadante concorda que a manga combina bem com a gastronomia nipônica. “Além do califórnia, a manga-rosa aparece em sushis com salmão. Como ela é mais docinha, fica perfeita com o peixe”, comenta Mercadante, que opta pela fruta pouco madura para esse prato. No Haná, a receita do califórnia leva maçã, além dos tradicionais manga, kani e pepino.

A fruta também é usada em receitas de pratos quentes da casa. Mas, dessa vez, a chef Elizabete Silva opta pela espécie palmer, “perfeita para molhos quando está bem madura”. O molho acompanha salmão ou tilápia guarnecidos por pimenta rosa e alho-poró. “O adocicado da palmer casa bem com o sabor dos peixes de água doce e com os mais suaves”, afirma.

Tanto os sushis como os peixes fazem parte do bufê do Haná, servido a R$ 62 (no almoço de segunda a sexta) e a R$ 68 (no jantar de segunda a sexta e no almoço e no jantar de sábado, domingo e feriados).

COMENTÁRIOS

Os comentários são de responsabilidade exclusiva dos autores.

BARES E RESTAURANTES

CINEMA

TODOS OS FILMES [+]

EVENTOS






OK