Brasília-DF,
22/SET/2021

Procura pela carne suína aumenta no mês de dezembro; pernil é destaque

No Ready Beef, o prato leva cerca de três dias para ser preparado

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Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:27/12/2013 06:02
Pernil suíno do Ready Beef: consumo da carne, segundo a superstição, estimula o progresso e a fertilidade (Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
Pernil suíno do Ready Beef: consumo da carne, segundo a superstição, estimula o progresso e a fertilidade
Todo fim de ano, a procura por carne suína aumenta substancialmente. Não apenas por seu sabor marcante, mas pelo misticismo associado a ela. Acredita-se que colocar o porco no centro do cardápio das festas atrai progresso. Isso porque, durante a Idade Média, na Europa, o animal só estava presente à mesa das famílias mais abastadas. Isso sem falar no fato de o animal fuçar para frente — o que reforça a imagem de evolução.

O pernil é uma das partes mais apreciadas do animal. No Ready Beef, o prato leva cerca de três dias para ser preparado. “Deixamos o pernil marinando por 48 horas em vinho branco, pimenta e outras especiarias”, afirma o chef e sócio Fernando Almeida. Ao servir, o prato vem escoltado por um rocambole feito da pele do pernil, recheado com  a carne desfiada e linguiça suína.

Toda sexta-feira, o prato faz parte do bufê do Ready Beef, no qual se come à vontade pagando R$ 36 por pessoa. Para quem preferir levar o prato e apreciá-lo em casa, o pernil sai a R$ 50 o quilo. Para degustar, nem vinho branco nem tinto: a sugestão de Fernando são as cervejas especiais. Com destaque para rótulos nacionais, como a Therezópolis rubine (R$ 14,80).

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