Brasília-DF,
22/SET/2021

Churrascaria segue tradições gaúchas na hora de preparar costelas suínas

O funcionário do estabelecimento ainda aconselha provar um chimarrão para acompanhar o prato

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Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:31/01/2014 06:01Atualização:30/01/2014 11:32
O churrasco gaúcho tem conquistado admiradores além das fronteiras nacionais. E a causa dessa internacionalização de sabores, em grande parte, é da rede de churrascarias Fogo de Chão. Das 31 unidades em funcionamento, nove estão localizadas em capitais brasileiras. O restante fica em solo norte-americano.

Democrática que é, a carne de porco não poderia ficar de fora do cardápio. A costela do animal é preparada como manda a tradição sulista: assada com a brasa posta ao chão. Marinada no vinho branco por até 48 horas, a costela é banhada com um mix de temperos. A receita é um segredo guardado a sete chaves pelos churrasqueiros da rede.

A costela recebe a companhia do lombo e da linguiça de pernil entre as opções de cortes suínos. Todos fazem parte do rodízio da casa, a R$ 104 por pessoa. Além dos mais de 15 cortes diferentes (que incluem carne de porco, bovino, aves e cordeiro), o valor dá acesso a 60 opções de saladas e antepastos. “Ao degustar a carne de porco, o gaúcho não dispensa colocar generosas gotas de limão. Sem esquecer, é claro, do bom chimarrão ao lado”, comenta Felipe Pinto, representante da churrascaria.

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