Brasília-DF,
15/JUL/2018

Lombo agridoce é o mais pedido em Restaurante chinês na Asa Norte

Ao molho apimentado e com legumes e feijão, o lombo xadrez (R$ 31) também consta no menu

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Mariana Vieira Rebeca Oliveira Vinicius Nader Publicação:31/01/2014 06:03
Na culinária oriental, o lombo suíno chega à mesa ao molho à base de gergelim, gengibre e alho (Antonio Cunha/Esp. CB/D.A Press)
Na culinária oriental, o lombo suíno chega à mesa ao molho à base de gergelim, gengibre e alho

Em 1990 o chinês Lu Tiangui veio para o Brasil trabalhar na embaixada de seu país na capital federal. Quatro anos mais tarde, fora da representação diplomática, mas apaixonado por Brasília, ele inaugurou o restaurante Pequim, até hoje muito frequentado por chineses e membro do corpo diplomático.

Segundo o chef, eles vão à procura de pratos que seguem a tradição chinesa de mais perto possível. Até mesmo na decoração — com as conhecidas lanternas — e no trilha sonora. “Faço poucas adaptações porque a culinária chinesa é muito rica e o brasileiro gosta do nosso agridoce”, conta Tiangui, que admite usar mais pimenta do que seus conterrâneos.

A carne suína está arraigada no hábito alimentar chinês, especialmente no sudoeste do país, região de onde vem Tiangui e que, segundo ele, tem “a melhor culinária da China”. Tanto que, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), o país consumiu 54 mil toneladas em 2013.

Um dos pratos de mais saída no Pequim é o lombo agridoce (R$ 32), no qual o corte suíno aparece ao molho agridoce e temperado com o vinagre chinês, à base de gengibre, alho e gergelim. Ao molho apimentado e com legumes e feijão, o lombo xadrez (R$ 31) também consta no menu.

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