Brasília-DF,
21/SET/2021

Pratos do Toro tiveram inspiração caseira, explica proprietário do restaurante

Cada prato do cardápio tem uma história diferente, que reme também a sentimentos

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Liana Sabo Publicação:31/01/2014 06:01Atualização:30/01/2014 16:28
Fábio Gregol é proprietário do restaurante Toro (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Fábio Gregol é proprietário do restaurante Toro
Típico de uma steakhouse sulista, o cardápio é recheado de contribuições familiares, como a salada de batata e maionese da Dinda, apelido da mãe de Laura Gregol, fundadora e proprietária com o marido Arnaldo Sonda, da Galeteria Gaúcha, que começou na Granja do Torto, onde a filha já trabalhava aos 12 anos. “Eu era tão baixinha que usava uma cadeirinha alta para alcançar o caixa”, lembra Laura, formada em economia e nutrição.

Outra salada de folhas — alface e rúcula — parma, muçarela e berinjelas assadas e molho de mostarda leva o nome da Manú, apelido de Manuela, de 2 anos, única filha dos Gregol. Nesse item, também se destaca a salada de radicchio com cubinhos de bacon e cebola caramelizada, “uma releitura do prato de radicci com toucinho, típico da culinária italiana no Rio Grande do Sul”, explica Fábio.

Se a Dinda é nome de maionese, Sonda foi lembrado no “galeto do sogro”, desossado grelhado na parrilla com molho especial de ervas, todas elas produzidas na horta caseira, no Lago Norte. O último prato acrescentado ao extenso cardápio foi a tilápia candanga, depois de alguns testes com delicados filés de peixe na parrilla, fornecidos pela Rander, vizinha ao Toro.

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