Brasília-DF,
16/SET/2021

Adotar uma dieta sem glúten não significa viver sem saborear as delícias gastronômicas; confira

O ingrediente que "dá liga" a bolos e massas tem substitutos à altura, garantem especialistas. Basta experimentar

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Flávia Franco Publicação:13/02/2014 09:16Atualização:13/02/2014 10:12

Falafel do Café Corbucci: em vez de farinha de rosca, o prato árabe leva farinha de grão-de-bico (	Breno Fortes/CB/D.A Press)
Falafel do Café Corbucci: em vez de farinha de rosca, o prato árabe leva farinha de grão-de-bico

O glúten é encontrado em grãos como o trigo, a cevada, o centeio e a aveia. Vem dele a garantia da consistência fofa em pães, bolos e massas. Ainda assim, eliminá-lo da cozinha virou moda. Tem cada vez mais adeptos entre os que querem emagrecer e manter a silhueta desejada, entre os que querem evitar a sensação de barriga estufada e o desconforto abdominal, além de ser obrigatório aos celíacos, quem têm intolerância a esse tipo de proteína.

Adotar a dieta sem glúten, porém, não significa viver sem saborear as delícias gastronômicas. Usando substitutos para a farinha de trigo, por exemplo, dá para incrementar o cardápio com uma infinidade de pratos, salgadinhos, bolos, tortas e até pizzas. O prato tradicional do domingo tem opções sem glúten na Santa Pizza, onde entra a fari-nha de chia, uma semente originada no México muito consumida por civilizações antigas.

“Li muito sobre a chia e as propriedades dela e comecei a desenvolver uma massa dentro desse propósito. Fomos aperfeiçoando e lançamos a pizza, toda baseada em baixo índice glicêmico”, explica Fernanda Neiva, dona do estabelecimento. A saída encontrada para que a massa não ficasse parecendo “papelão”, que desmancha quando molhada, foi usar também a de berinjela. “O que dá liga na massa de farinha de trigo é o glúten. Por isso, colocamos um pouco de farinha de berinjela para auxiliar na abertura da massa”, diz a empresária. Segundo Neiva, as piz-zas não são indicadas para os celíacos porque não são produzidas em um local exclusivo, ocorrendo o risco, portanto, de “contaminação” cruzada.

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