Brasília-DF,
21/OUT/2018

Rabada sofre alteraçãoes para se ajustar aos gostos e as necessidades dos clientes

Localizado no Guará II, a casa D'Lurdes serve o prato em dois tamanhos: individual e para duas pessoas

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Mariana Vieira - Especial para o Correio Rebeca Oliveira Publicação:21/02/2014 06:02Atualização:20/02/2014 12:54
 (Ana Rayssa/CB/D.A Press)
Para o chef Anderson Ferreira, do D’Lurdes, não há dúvidas de que a rabada se sofisticou. “Antes, com R$ 6, era possível comprar um quilo, agora, não sai por menos de R$ 15”, conta.

Anderson acredita que, em Brasília, a demanda por esse tipo de prato é grande. “Todo mundo aqui tem raízes em outros estados, como Minas, Goiás e Bahia. A comida é uma forma de aplacar um certo saudosismo”, sustenta.

A rabada é um desses pratos de antigamente, que sofreu alterações para se ajustar aos gostos e às necessidades dos clientes. “É uma carne muito gordurosa, e para muita gente é proibido”, aponta o chef. “Faço um molho à parte, com tomates, para diminuir a gordura”, diz.

No D’Lurdes, a iguaria é oferecida sempre às quartas, em dois tamanhos: individual (R$14,90) e para duas pessoas (R$ 29,90). Servidas em panelinhas de alumínio, ambas as porções acompanham agrião, angu, arroz, feijão e salada do dia. Quem quiser incluir a porção de rabada em outra refeição paga R$ 8,90.

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