Brasília-DF,
20/JUL/2018

Chef combina frutas nacionais com modernas formas de preparo

Na casa Ares do Brasil, o especialista Rodrigo Cabral transforma cupuaçu com crocante de tapioca

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Mariana Vieira Rebeca Oliveira Publicação:14/03/2014 06:01Atualização:14/03/2014 16:17
Frutas nativas preparadas com técnicas modernas são marca do chef Rodrigo Cabral (Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Frutas nativas preparadas com técnicas modernas são marca do chef Rodrigo Cabral

Frutas tropicais como elemento de sobremesas, utilizadas em recheios, sorvetes e decorações não são exatamente uma novidade no Brasil. De alguns anos para cá, o que mudou foram a técnica e a forma como elas aparecem na confeitaria nacional. Rodrigo Cabral, chef do Ares do Brasil, dá prioridade a frutas particulares do país em suas criações — mas sempre combinadas a modernas formas de preparo.

É o caso do cupuaçu, que vira mousse e é servido com crocante de tapioca (R$ 18); e do taperapá, que se torna uma espuma sob a qual é servida uma pera na cachaça recheada com farofa de fubá, complementada com calda de frutas vermelhas (R$ 18).

“No Norte e no Nordeste, ainda temos diversos sabores que não se popularizaram. Meu objetivo é resgatar esses ingredientes e dar luz ao preciosismo que existe nessas regiões”, conta Rodrigo. Chef com 10 anos de experiência, ele acredita que a padronização das sobremesas oferecidas em alguns restaurantes e confeitarias se deve à memória gustativa dos comensais, que ainda preferem os clássicos.

No entanto, avalia que esse cenário vem mudando aos poucos. Uma prova é a procura por sobremesas que têm a cara do país, a exemplo da cocada de forno (R$ 16), do sorvete de tapioca (R$ 18) e da torta de queijo com goiabada (R$ 20).

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