Brasília-DF,
20/SET/2021

Confeiteira Simone Pingitori usa banana em duas versões de tortas

Um dos mais pedidos é a torta de banana belga sai a R$ 11 (fatia) e a banana avelã a R$ 10

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Mariana Vieira Publicação:02/05/2014 06:12
Para Simone Pingitori, a banana combina com vários ingredientes (Daniel Ferreira/CB/D.A Press)
Para Simone Pingitori, a banana combina com vários ingredientes

No último domingo, em uma partida de futebol entre Villareal e Barcelona, um torcedor atirou uma banana perto do jogador brasileiro Daniel Alves, configurando um ato de racismo. O episódio gerou uma onda de manifestações de apoio ao brasileiro desencadeada pelo colega Neymar, que postou uma foto nas redes sociais com uma banana e a hashtag #somostodosmacacos. Se a banana pode ser considerada um símbolo de manifesto, que tal incrementá-la em preparos sofisticados?

A confeiteira Simone Pingitori, proprietária da Oficina de Tortas, usa a fruta em duas versões. A torta banana belga leva o chocolate e rum, enquanto a banana avelã combina a castanha em creme com bananas e pão de ló. “Eu faço sempre o doce de banana, que combina bem com os outros ingredientes”, explica. A variedade escolhida é a nanica, “é mais doce e tem um sabor agradável”, justifica.

Um dos mais pedidos entre os 69 sabores oferecidos na casa, a torta de banana belga sai a R$ 11 (fatia) e a banana avelã a R$ 10. Ambas estão disponíveis em diversos tamanhos, e uma torta para até 120 pessoas chega a custar R$ 478.

Simone também ensina um preparo que leva vinho do porto, que não faz parte do cardápio da casa, mas que, segundo ela, “tem um sabor fantástico e é perfeito para acompanhar o sorvete.”


Tags: celular

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