Brasília-DF,
20/SET/2017

Tipo de grão e o modo de preparo interferem no resultado do café

Com tantas variantes, não há razões para apreciar apenas a versão tradicional. Casas da cidade oferecem opções gourmets

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Flávia Franco Publicação:24/05/2014 10:10

O Grenat oferece aos clientes 17 tipos de grão. Entre as opções, há os que geram bebidas com aroma de frutas vermelhas e até de chocolate (André Viola/Esp. CB/D.A Press)
O Grenat oferece aos clientes 17 tipos de grão. Entre as opções, há os que geram bebidas com aroma de frutas vermelhas e até de chocolate

O óleo da azeitona integra a mesa de famílias e restaurantes para a composição de inúmeros pratos, sendo usado desde o preparo da comida até a finalização. Procurado principalmente pelo sabor e pelas características benéficas à saúde, o azeite tem classificações: virgem, extravirgem e comum, por exemplo. A origem do produto também é fator preponderante na hora da compra. Os portugueses e os espanhóis são os mais visados pelos consumidores. Mas um estudo feito na Universidade de Campinas (Unicamp) pode mexer na lista das preferências. A pesquisa indica que a qualidade dos extravirgens produzidos no Brasil é similar à de versões importadas.

O componente saudável do extravirgem é o composto fenólico. “Essa classe tem atividades antioxidantes. A ingestão de compostos desse tipo está associada à prevenção de várias enfermidades, como o câncer”, relata Cristiano Augusto Bellus, autor do estudo. Ele afirma que essas características são preservadas na versão extravirgem devido ao processo de produção. “Como o óleo passa por uma extração em que se utilizam apenas métodos físicos, como prensagem, agitação, centrifugação e filtração, boa parte dos componentes químicos da azeitona é preservada no azeite. Entre eles, os compostos fenólicos”, explica.

Na cozinha, chefs aproveitam o ingrediente no preparo de molhos, como tempero de pratos e até nas sobremesas. Considerados novidades no mercado, os produtos brasileiros ainda têm uma participação pequena na gastronomia da capital, mas já podem ser encontrados compondo mesas e integrando a lista de ingredientes de alguns estabelecimentos. Um deles, que abriu as portas em fevereiro deste ano, é o Jardins Restaurantes.

“Nós já pensávamos em trabalhar com ingredientes produzidos no Brasil e, depois que saíram algumas notícias comentando sobre a irregularidade de algumas marcas, descobrimos o Olivas do Sul, que foi uma das indicações de uma pesquisa de produto de qualidade”, conta Rafael Montenegro, proprietário da casa, referindo-se a testes feitos, no ano passado, pela Proteste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

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