Brasília-DF,
22/SET/2021

Pedidos refinados; confira as bebidas dos artistas que passaram por Brasília

A cantora Gaby Amarantos, Thiago Lacerda e as modelos Alessandra Ambrósio e Fernanda Motta foram algumas das celebridades que estiveram por aqui

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Liana Sabo Publicação:27/06/2014 06:11Atualização:27/06/2014 09:59
Nivaldo Rocha, Rafael de Sá, Elington Rodrigues e Tiago Pereira são sommeliers encarregados do serviço de vinho do Mané Garrincha
 (Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
Nivaldo Rocha, Rafael de Sá, Elington Rodrigues e Tiago Pereira são sommeliers encarregados do serviço de vinho do Mané Garrincha
Combinar bebida com comida é uma arte que sempre terá uma pegada subjetiva. Ainda assim há uma série de dicas práticas que conseguem ressaltar o sabor de um prato com um vinho e vice-versa. Essa tarefa é desenvolvida pelo sommelier - profissional que teve a carreira regulamentada há três anos. Quatro deles estão atuando no Estádio Mané Garrincha, desde o início da Copa.

Rafael de Sá, de 28 anos, Elington Rodrigues, de 31, Nivaldo Rocha, 41 anos e Tiago Pereira, de 30, são diplomados no ofício. Os três primeiros trabalham na empresa Pires de Sá, e Tiago Pereira, na adega do hipermercado Base Atacadista. Nos dias de jogo, eles chegam cedo ao estádio e a primeira obrigação é gelar as garrafas para garantir a temperatura adequada na hora de servir. Esse verbo, para eles diz tudo. "Servir é nobre", explica Rafael, sócio-proprietário da empresa de consultoria e representação de vinho. O sommelier fez dois cursos: Wine Spirit, nível 3, e Fisar (Federação Italiana de Sommelier Albergatori Ristoranti), oferecido em Flores da Cunha (RS).

Champanhe para celebridades

Os quatro foram contratados pelo Coffee Break, um dos dois bufês que fornece alimentos para VIPs. "O Osmar teve a sensibilidade de incluir sommelier", destaca Rafael, referindo-se ao dono do bufê. Ao fim do jogo Brasil x Camarões, ele ajudou a reunir cerca de 600 garrafas só nas classes Business Seat e Match Pavillion. "A Fifa faz questão de contar", observou.

Como não entra vidro no estádio, só os sommeliers podem manipular a bebida. Além do vinho oficial da Copa, o Faces, são servidos uísque, gim, vodca e cachaça. Caipirinha é a bebida mais pedida, ao lado da Budweiser.

Lotado na Super Adega, Nivaldo Rocha tem ouvido, nos jogos, pedido de clientes que prefeririam outro vinho que não o da Copa, que vem nas versões branco, rosé e tinto.

Outras variedades só são encontradas na classe Privates Suítes, na qual reina soberana a marca francesa de champanhe Taittinger. "A cantora Gaby Amarantos e as modelos Alessandra Ambrósio e Fernanda Motta beberam champanhe", revela Tiago Pereira, que não teve o prazer de servir o xará Thiago Lacerda porque o ator bebeu mesmo foi cerveja.

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