Brasília-DF,
25/SET/2017

Cozinha dos brasilienses está sendo tomada por produtos naturais

Além das vantagens nutritivas, as novas refeições chamam a atenção pelas cores e pelos sabores diferenciados

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Flávia Franco Publicação:05/07/2014 12:04

Lanuza faz questão de que os filhos comam produtos orgânicos e dissemina a cultura natural entre os alunos da escola em que trabalha (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Lanuza faz questão de que os filhos comam produtos orgânicos e dissemina a cultura natural entre os alunos da escola em que trabalha

O que leva uma pessoa a pagar mais caro por um produto orgânico mesmo ele sendo geralmente menor e menos vistoso? O hábito, aparentemente contraditório, tem crescido entre os brasilienses — esse tipo de negócio já representa 2% do mercado agrícola local e fatura R$ 8 milhões por ano — e não tem como justificativa apenas o medo dos agrotóxicos. O envolvimento com a cultura orgânica, a qualidade dos ingredientes e o sabor diferenciado que eles apresentam também fazem com que as compras ganhem um aspecto diferenciado, segundo consumidores ouvidos pelo Correio.

No caso da funcionária pública Gabriela Bastos, o lema é: que a dieta de agora evite toneladas de remédios no futuro. “As pessoas estão se tornando mais conscientes do que querem para a vida, e isso inclui a preocupação com a saúde”, afirma. O que começou com uma escolha saudável se transformou em uma paixão que quase virou negócio. “Já tive um mercadinho, mas acabou não dando certo. Mesmo assim, o ambiente desse meio é contagiante. Consumir um produto no qual você acredita faz toda diferença”, reflete.

Folhagens para salada, tomate, verduras e legumes são os primeiros da lista de Gabriela. “Também procuro comprar sempre ovos caipiras, carne e açúcar orgânico, pois os tradicionais sofrem muita interferência de químicos”, reforça. O ideal, para a servidora pública, é adquirir todos os produtos de consumo diário dentro das opções orgânicas, mas ela admite que ainda existem dificuldades. O acesso às frutas, por exemplo, é difícil. “Quando achamos, são muito caras, os preços são surreais”, reclama. “Nesse caso, tenho que fazer outro tipo de escolha. Como não vou deixar de comer frutas porque têm agrotóxicos, compro as que encontro no supermercado mesmo”, afirma.

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