Brasília-DF,
21/SET/2021

Sorvete ganha combinações inusitadas com sabores regionais

Mais ou menos cremoso, de fruta ou de sabores exóticos, com leite ou apenas água. Não faltam opções para uma das sobremesas geladas mais apreciadas pelo mundo

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Flávia Franco Publicação:18/09/2014 08:14
 (Janine Moraes/CB/D.A Press)

Faça frio ou faça sol, sempre tem alguém caminhando pela cidade com um sorvete ou um picolé na mão. Independentemente do clima, a guloseima é bastante consumida e apreciada por pessoas de todas as idades. Mas o que faz do sorvete tão gostoso? De acordo com um estudo norte-americano, o segredo está na composição e no modo como o quitute é feito (veja Para saber mais ). Na capital, casas especializadas apresentam uma grande quantidade de tipos e sabores para agradar a um público sempre sedento por novidades.

Fã do produto desde pequeno, Francisco Emílio decidiu transformar a paixão em negócio. No Mesclattino, além do conceito da produção não industrial, há a possibilidade de saborear combinações inusitadas. “Fiz cursos para aprender a fabricar o produto artesanalmente e desenvolvi misturas dentro do que eu achava que daria certo”, conta o empresário. O foco voltou-se para sabores regionais. “Nosso sorvete mais vendido é o Eduardo e Mônica, que nada mais é do que creme com castanha de baru”, afirma.

No queridinho da sorveteria, Emílio mescla a base italiana, conhecida como gelato, com um toque do cerrado. “Precisamos desenvolver uma baunilha com sabor mais apurado, que reforçasse o gosto da castanha de baru”, explica. O resultado é uma sobremesa em que os dois sabores marcantes se encontram, mas não se ofuscam. “Dá para sentir claramente a presença dos ingredientes principais”, garante Emílio.

Não é só o cerrado que tem representantes nas geladeiras. O empresário optou por explorar a regionalidade brasileira de uma forma geral. Como Brasília abriga e recebe pessoas do norte ao sul do país, dá, por exemplo, para saborear o Lampião e Maria Bonita “Esse sorvete é um resgate de um quitute tipicamente nordestino, a rapadura. Para balancear o gosto mais característico, optamos por desenvolver um sabor de nata, que é mais suave e não fica contrastante com o doce”, afirma.

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