Brasília-DF,
16/DEZ/2017

Bendita seja a cachaça brasileira

Tradicional bebida desperta paixão em quem tem a oportunidade de degustá-la

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:25/09/2015 06:00Atualização:25/09/2015 09:51

Língua bovina harmonizada com a %u201Cabençoada%u201D cachaça mineira envelhecida em tonéis de bálsamo (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Língua bovina harmonizada com a %u201Cabençoada%u201D cachaça mineira envelhecida em tonéis de bálsamo
 

No Brasil, cachaça é assunto sério. Desde 2013, quando foi oficialmente considerada coisa nossa (os Estados Unidos reconheceram a bebida sendo genuína brasileira), o destilado tem conquistado o público que torcia o nariz para ele. Em Brasília, a “marvada” ganhou status de santidade no Abençoado Bar.

A água que passarinho não bebe é a predileta da proprietária Sandra Silveira. A botequeira de Uberaba (MG) oferece 46 cachaças diferentes no Abençoado Bar. Um pequeno, mas relevante recorte dentro dos 4 mil tipos existentes no país.

Da extensa carta, ela destaca a mineira Boi parido (RS 16 — a dose), envelhecida em tonéis de bálsamo, característica que ressalta o sabor amendoado.

O casamento entre o rótulo e a língua bovina ao molho madeira, acompanhada por cesta de minipães ou purê de batata (R$ 24,90), pode render boas surpresas. “A cachaça pede pratos mais intensos, condimentados”, explica.

Pelo mesmo valor, o cliente também experimenta a moela de frango, petisco com ares de botequim de antigamente feito pelo chef Ari Brasil.


No menu, chama atenção o torresmão (R$ 7,90). Em vez de frita em pedaços miúdos, a pele do porco vem à mesa em um único pedaço, tão grande quanto suculento. Jiló ou maxixe ao molho sugo (R$ 1,40 cada um) também fogem do convencional e são igualmente apetitosos.

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