Brasília-DF,
18/SET/2021

E quem disse que o 'refrigereco' não é bom?

Bebida artesanal tem ganhado cada vez mais espaço no Distrito Federal

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:25/09/2015 06:00
Refrigerante artesanal brasileiro faz dupla com choripán

 (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Refrigerante artesanal brasileiro faz dupla com choripán
Na linguagem informal, é comum ouvir o termo “refrigereco” para refrigerantes artesanais. Para o chef André Batista, não há desacato maior.
Fã das bebidas gaseificadas vindas de cidades do interior do país — as tubaínas —, ele dedica um espaço nobre a elas no El Manfredo, onde também vende choripán — famoso pão com linguiça que conquistou brasilienses.

A paulista Itubaína retrô (R$ 4 — 355ml) combina com o choripán. O preço competitivo e sabor levemente adocicado a torna uma forte concorrente de famosos refrigerantes, que Batista nunca colocou no menu.

Outra opção de tubaína é o Jabuti (R$ 10 — 600ml), de maçã. “São refrigerantes que contam uma história, com sotaques e tradições”, explica o chef.

COMENTÁRIOS

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Abel Souza 27 de Setembro às 19:42

Outra que voltou recentemente é a Baré, encontrada facilmente no sabor de guaraná. Dizem alguns que existe ainda de tutti frutti!

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