Brasília-DF,
22/SET/2021

Maison de la Quiche apresenta tradicionais tortas salgadas

Chef Hugo Leonardo Melo sugere criações diferenciadas para agradar a todos os gostos

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:30/10/2015 06:00Atualização:29/10/2015 18:12
A quiche se diferencia das demais pela cor laranja, bem forte, devido a adição de abóbora
 (Paula Rafiza/Esp. CB/D.A Press)
A quiche se diferencia das demais pela cor laranja, bem forte, devido a adição de abóbora
Em clima de halloween, o Divirta-se Mais sugere gostosuras feitas com o legume que é a cara da festa

Símbolo mais conhecido das celebrações de Halloween — por aqui, também chamado de Dia das Bruxas —, a abóbora é tema central de receitas selecionadas pelo Divirta-se Mais. Dá tempo de se programar e conhecer alternativas para comemorar a festa, que acontece amanhã, degustando quitutes elaborados com o legume de cor laranja.

Tradição que nasceu na Europa bem antes de Cristo, o Dia das Bruxas tinha como função inicial a celebração do fim da colheita e do início do inverno em países como a Grã-Bretanha e a França, uma herança dos povos celtas que por lá viveram. Existe também a crença de que em 31 de outubro era possível entrar em contato com o mundo dos mortos.

Passados os anos, historiadores contam que a festa atual em pouco se parece com os festejos originais. No Brasil, com a globalização, o costume veio em formato americanizado — com direito a caça às bruxas, ao hábito de pedir doces ou travessuras e às festas à fantasia.

Chefs da cidade se apropriam dessa cultura, mas utilizam a abóbora à sua maneira. No Fulô do Sertão, por exemplo, ela vai para a panela para uma versão de escondidinho, prato típico do Nordeste normalmente feito com mandioca. “Por seu sabor naturalmente adocicado, associo a abóbora ao leite de coco”, conta a baiana Ivone Ferreira Sena, proprietária do restaurante.

No Don Durica, a abóbora vira o tradicional doce de compota acrescido de coco, que lembra casa de vó. É uma daquelas receitas que levam o comensal a uma atmosfera de cidades do interior do país. Uma prova de que, de norte a sul do Brasil, o legume tem mais utilidade que uma mera função decorativa.
 
Quiche à la Halloween

A quiche de abóbora com carne seca e cebola caramelizada gratinada com parmesão (R$ 70, cem unidades pequenas, R$ 50, a média, e R$ 55, a grande) é um preparo que Hugo Leonardo criou especificamente para o Halloween e ficará disponível até o meio de novembro. “A cebola é caramelizada para suavizar o sabor, além de ser esteticamente mais bonita desta forma”, diz.

Já entre as tradicionais (R$ 60, 100 unidades pequenas, R$ 40, a média, e R$ 45, a grande), Hugo nem vacila: a mais pedida é a quiche lorraine, com bacon, cebola e gruyère. “Ela é a original, essa opção vale por duas de cada três quiches que vendemos”, ele explica. Outra pedida é a de alho-poró com castanha do Brasil, uma opção vegetariana.

Para finalizar, a sugestão são os sorvetes artesanais, feitos por encomenda na casa. O mais pedido é o de morango com manjericão (R$ 40, o litro), mas há também de capim santo (R$ 30, o litro), caipirinha (R$ 40, o litro) e creme de avelã (R$ 50, o litro). 

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