Brasília-DF,
10/DEZ/2017

Veja o arroz carreteiro que veio direto do sul do País

No restaurante Toro, a típica receita gaúcha é mesclada com elementos da culinária argentina e uruguaia

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Rebeca Oliveira Renata Rios Publicação:13/11/2015 06:00Atualização:13/11/2015 18:35

Alexsandro Panta com arroz carreteiro do Toro: receita prática faz parte da memória gastronômica de gaúchos
 (Andre Violatti/Esp. CB/D.A Press)
Alexsandro Panta com arroz carreteiro do Toro: receita prática faz parte da memória gastronômica de gaúchos
 

Em meio à crise, na hora de comer fora, cada centavo economizado faz diferença. Por isso, a sugestão desta semana do Divirta-se Mais é apostar em preparos feitos em uma panela.

A forma mais simples de fazer uma receita conta com diversas vantagens, que são repassadas ao bolso do comensal na hora que chega a conta.
Os preparos de uma só panela não deixam a desejar em qualidade e sabor. Na lista de receitas, estão pratos tradicionais, como a paella, o yakisoba e o arroz de forno, tipicamente brasileiro.


No La Tambouille, a sugestão é a caldeirada de frutos do mar. “Cada ingrediente se complementa e o sabor fica maravilhoso no fim”, aponta Reginaldo Vieira, gerente do restaurante.

O preparo com apenas uma panela gasta menos gás, requer menos mão de obra e, normalmente, leva menos tempo para ser feito. No Le Sorelle, o risoto de três cogumelos é um exemplo que utiliza apenas um recipiente.

“Dessa maneira, o tempo de preparo fica menor, além de reduzir o custo de produção”, explica Mirella Calorio, sócia da casa.
O gerente do Chão de Estrelas, Lúcio Gomes, ressalta outro ponto, no entanto. “O custo do prato é principalmente dos ingredientes. Então, apesar de baixar o preço, não faz diferença na matéria-prima, que é o mais caro dos pratos”, alerta.

Veja o arroz carreteiro que veio direto do sul do país

Parte essencial da história gastronômica do Rio Grande do Sul, o arroz carreteiro é um dos quitutes típicos à disposição no menu do Toro, restaurante especializado em parrilla que mescla a cultura gaúcha a argentina e a uruguaia.

No estabelecimento, o arroz típico sulista feito com bacon e carne de sol (ou de charque, como alguns preferem chamá-lo) mais cebola e alho é ofertado como guarnição com dois valores diferentes: R$ 19 (médio, para duas pessoas) ou R$ 22 (grande, para três pessoas).

O chef Alexsandro Panta finaliza o preparo colocando um ovo frito na hora de ir à mesa, que melhora a aparência de qualquer receita.
“O ideal é que o carreteiro seja preparado em panela de ferro fundido”, opina. Segundo ele, o carreteiro fica pronto em 20 minutos. Bem diferente da elaboração da costela bovina assada na parrilla (R$ 98), corte que recomenda para acompanhar o arroz.

Para que o 1kg de carne cozinhe por igual e sem perder a maciez, ela é assada em fogo lento e envolta em papel-alumínio por cerca de cinco horas. Só depois, na hora de servir, a carne é grelhada, já com fogo mais quente.

Arroz carreteiro –
Serve até três pessoas


Ingredientes

l 200g de arroz cozido
l 100g de carne de sol
l 50g de bacon
l Meia cebola picada
l Meio maço de cebolinha picada
l 3 dentes de alho amassados
l 1 colher (sopa) de corante
l 2 ovos

Modo de preparo


Em uma frigideira, coloque o bacon e deixe fritar. Depois, acrescente a carne de sol e frite até dourar. Coloque a cebola e o alho e também espere dourar bem. Insira o arroz cozido e misture aos ingredientes. Dissolva o corante em meio copo d’água e adicione aos poucos na panela. Para finalizar, ponha a cebolinha e disponha em uma travessa média. Frite os ovos e coloque por cima do arroz.

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