Brasília-DF,
22/SET/2021

Restaurantes tradicionais levam pratos de qualidade à mesa brasiliense

Gastronomia local foi formada por casas como Fred, Dom Francisco, Roma e Viçosa, entre outros

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Renata Rios Sara Campos - Especial para o Correio Publicação:22/04/2016 07:31Atualização:21/04/2016 16:57

Pizza da Dom Bosco: tradição da massa ao molho de tomate (Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
Pizza da Dom Bosco: tradição da massa ao molho de tomate
 

Iimpulsionados pelo entusiasmo de Juscelino Kubitschek, brasileiros de diversas origens montaram as mesas da cidade que estava apenas no papel. O movimento teria nomes de coragem na gastronomia: pessoas que arriscaram a zona de conforto para alimentar quem se dedicava à construção dos traçados modernistas.

Nascido em Bambuí (MG), Enildo Veríssimo — criador da receita da pizza Dom Bosco — inaugurou a primeira unidade na 107 Sul. “Aprendi essa receita com um italiano quando trabalhava em Araxá e decidi abrir as portas no ano de inauguração botando a mão na massa”, relembra.

Ponto de encontro de engenheiros e autoridades, o restaurante Roma abriu as portas em 15 de abril de 1960 por iniciativa do italiano Luigi Brand. Quatro anos depois, a casa chegou ao comando do belga Simon Pitel tendo como carro-chefe a parmegiana acompanhada de arroz e fritas, sugestão do chef Otávio Nunes da Silva, que comanda as caçarolas do espaço desde 1967.

A movimentação da cidade, em especial na futura Esplanada dos Ministérios, ajudou na abertura da primeira pastelaria na Rodoviária do Plano Piloto: a Viçosa. “Meu pai sempre foi um homem lutador que teve uma ideia no momento certo. Para ser comerciante naquela época, era preciso ter uma boa dose de coragem”, ressalta Patrícia Rosa Calmon.


Rapidez no balcão

Um dos lanches preferidos entre os estudantes, a pizza Dom Bosco servida em fatias no balcão chegou para agradar a mineiros, cariocas e nordestinos. "Por isso colocamos os refrescos de laranja, o mate gelado e o suco de caju: para atender a esses três perfis que passaram a frequentar o lugar desde a nossa inauguração”, ressalta o mineiro Enildo Veríssimo. Autor da receita da pizza que leva queijo muçarela, molho de tomate feito na casa e orégano (R$ 3 — a fatia), ele chega diariamente a uma das unidades às 5h30.

Para o empresário, o segredo da longevidade da lanchonete está em amar o que se faz e contribuir para a relação afetiva dos clientes com o sabor da redonda.
“Fico satisfeito com o reconhecimento da clientela. Mesmo com a crise, ela não se esquece de nós”, destaca Enildo. Com a ajuda dos funcionários, a unidade da Asa Sul serve diariamente mais de mil fatias da receita que alimentouos candangos. “Estamos na sexta geração de clientes. É preciso ter muita dedicação e tratar cada um que entra aqui da melhor forma possível”, ressalta Veríssimo.


Ponto de encontro há 50 anos

O misto árabe frio foi criado nos anos 1990 (Antonio Cunha/CB/D.A Press)
O misto árabe frio foi criado nos anos 1990


Inaugurado há 50 anos, o Beirute é um tradicional ponto de encontro, seja para uma cerveja gelada, seja para uma bate-papo descontraído. O bar, fundado em 16 de abril de 1966, passou quatro anos nas mãos de seus idealizadores. Foi quando a família Marinho entrou na história e comprou o Beirute, em 1970.

De lá para cá, muita coisa já mudou. Em 2007 eles abriram outra loja, na Asa Norte. “A gente percebia a solicitação dos clientes para abrir outro ponto. Queríamos um lugar de esquina, que tivesse a cara do Beirute”, relembra Francisco Emílio Marinho, sócio do local.

Entre os diversos preparos do cardápio, o Kibeirute (R$ 9,30) é um destaque da casa. O quibe, achatado e recheado com queijo prato, é servido acompanhado de molho tártaro. “Na década de 1970, Brasília recebia gente de outros estados. Eles pediram por um quibe com queijo. Apostamos neste formato achatado”, relata Marinho. Outra pedida é o misto árabe frio, feito com pasta de grão-de-bico, coalhada, babaganush e quibe cru (R$ 37,50).




Itinerário de sabor

História da Pastelaria Viçosa é consagrada na Rodoviária do Plano Piloto (George Gianni/Esp. CB/D.A Press)
História da Pastelaria Viçosa é consagrada na Rodoviária do Plano Piloto


Uma viagem de lua de mel iniciaria a história da Pastelaria Viçosa, a mais antiga da cidade. O casal Ivanildes Rosa e Sebastião Gomes da Silva, o Tião Padeiro, se conheceu na antiga Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Depois do casamento, foi à rodoviária rumo a Belo Horizonte, local onde passaria a noite de núpcias. Na ocasião comprou um pastel de um vendedor ambulante, era Eugênio Apolônio. Ao provar o lanche, Sebastião propôs sociedade ao novo conhecido em poucos minutos, elo que durou por muitos anos.

 

Devido à necessidade, as pessoas lutavam para que as coisas dessem certo. Apesar de terem se conhecido naquele momento, eles tinham que fazer o negócio vingar. Foram sócios durante 10 anos e construíram uma boa amizade”, relembra Patrícia Rosa Calmon, filha de Sebastião e Ivanildes, que atualmente comanda a Pastelaria Viçosa ao lado dos irmãos Alaerte e Saul Gomes.

 

Com a venda informal de pastéis, Sebastião e Eugênio montaram uma fábrica na 103 Sul. Com a concessão ganha na rodoviária, foi erguida a primeira unidade da Pastelaria Viçosa. Um dos pedidos icônicos que se transformou em combo foi o trio Viçosa, composto por dois pastéis, que podem variar entre os sabores carne, queijo, palmito e frango, acompanhados de caldo de cana, que custa R$ 6 nas duas unidades localizadas no coração da cidade.

 

O amor por Brasília impulsionou os filhos de Tião a abrirem uma loja conceito, com paredes revestidas de obras do artista plástico Paulino Aversa, tendo a história da cidade como inspiração. No menu em homenagem aos personagens pioneiros, estão mais de 25 sabores, incluindo o JK, com calabresa, muçarela e orégano (R$ 4,20), e o Gilberto Salomão, feito com frango e catupiry (R$ 7,90). “Nossa ideia era transformar essa loja em uma grande homenagem à cidade que deu oportunidades a meus pais”, ressalta Patrícia.


Caldo de mãe

Caldo verde: uma das receitas clássicas do quiosque Caldo Fino
 ( Carlos Silva/CB/D.A Press)
Caldo verde: uma das receitas clássicas do quiosque Caldo Fino

As reuniões da família com o "caldinho da meia-noite" inspiraram o carioca Renato Fino a abrir um quiosque com as receitas da mãe, Walda Costa. "Vi que na Asa Norte não existia um lugar que vendesse apenas caldos. Aproveitei a oportunidade", relembra Fino.

 

Os 15 sabores de caldo (R$ 15 — 500ml) variam semanalmente entre quatro opções clássicas — carne seca com abóbora; frango com milho; caldo verde; e de feijão — e preparos ousados como couve-flor com alho-poró e grão-de-bico com agrião.

 

A intenção de servir sabores que fogem do convencional e a brincadeira com o sobrenome batizaram o local que se transformou em um ponto de encontro dos estudantes da Universidade de Brasília (UnB). O espaço é aberto para a arte e recebeu lançamento de livros e shows.



De pai para filho

Jânio aprendeu a arte da gastronomia oriental com o pai
Jânio aprendeu a arte da gastronomia oriental com o pai

O hábito de o brasiliense frequentar restaurantes chineses começou há mais de 40 anos, com o China. A casa alia os sabores tradicionais chineses ao paladar da cidade. “O frango xadrez (R$ 50) é um dos pratos que saem muito aqui. Temos ele em dois formatos: o primeiro é o tradicional, com amendoim, pimentão, cebola, frango e o caldo do preparo. Na receita tirei os sabores mais picantes, como o do gengibre e da pimenta”, revela o proprietário da casa, Jânio Tsui.


Outra versão em que o frango pode aparecer é na forma de ninho (R$ 52). Aqui, o preparo é colocado em um arranjo similar a um ninho feito com batatas finas fritas e finalizado com os ovos de codorna para dar um charme.

 

“Enquanto o frango xadrez é uma receita milenar, esse é um prato relativamente novo na gastronomia chinesa”, revela Tsui. Outra alternativa é acompanhar o frango com o arroz colorido (R$ 18). "Esse é o acompanhamento que mais sai da casa. Ele leva cebolinha, cenoura e ovos já teve mais ingredientes, mas os clientes pediam para tirar”, afirma.




Refeição numa bela vista

A galinhada é feita apenas com aves caipiras (Rodrigo Nunes/Esp. CB/D.A Press)
A galinhada é feita apenas com aves caipiras

No Bar do Neguinho, a bela vista se une à saborosa galinhada (R$ 139,90 — inteira, R$ 89 — meia). O preparo já é marca registrada do bem-humorado Vilmar Rodrigues Abadia, o Neguinho, proprietário do local. Para ele, o segredo está na qualidade dos animais utilizados e no molho, mais grosso.
"Compro as galinhas vivas para não ser enganado e não enganar", pontua.


Vale também experimentar os molhos de pimenta de Neguinho. "Eu produzo esses molhos, que podem ser de pimenta amarela ou vermelha", afirma. O molho forte do Neguinho custa R$ 5.

A volta do árabe
O pernil de cordeiro é aposta nos contrastes de sabores (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
O pernil de cordeiro é aposta nos contrastes de sabores

Desde dezembro de 2014 o Lagash voltou à rotina dos fãs da cozinha árabe na capital. Depois de dez meses fechada, a casa agora é uma rotisseria. Os clientes encontram opções para encomendar ou podem escolher as delícias expostas na vitrine para pronta-entrega.

 

Entre os quitutes sob encomenda, o pernil de cordeiro ao molho de romã acompanhado por tâmaras e peras secas em calda (R$ 190 — 1kg, R$ 230 — 1,5kg) é uma alternativa muito requisitada. “Os acompanhamentos são doces, mas a carne, não. O molho que fazemos para o pernil é de romã, levemente azedo”, descreve Fátima Hamu.


Outra alternativa que reforça os sabores árabes na cidade é o tradicional cordeiro marroquino, feito com a proteína, assada e desfiada. Depois a carne vai para a chapa e é puxada na cebola, cebolinha e nozes (R$ 110). Esse prato costuma ser servido com o arroz de alitria (R$ 55) e batata assada (R$ 55).




Trio inseparável

 

Tambaqui é um corte especial do Dom Francisco (Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Tambaqui é um corte especial do Dom Francisco


Francisco ansiliero é um dos grandes nomes da gastronomia da capital. Há 28 anos à frente do tradicional Dom Francisco, o chef conta que, quando começou, fez uma pesquisa para definir qual seria o melhor investimento: "A picanha tinha acabado de virar moda."

 

"Quando vim de São Paulo, percebi que os brasilienses queriam acompanhar a cidade gastronomicamente. Trouxe, então, um novilho precoce que fazia sucesso nos restaurantes de lá", afirma. No prato, por R$ 150, a picanha vem com arroz com brócolis e farofa de ovos.


O tambaqui é outro preparo que remete ao início da casa. “Sirvo a banda de tambaqui (R$ 155). Criei uma técnica para desossar o peixe, ficando apenas a costelinha”, gaba-se Ansiliero.
O bacalhau também aparece com destaque no cardápio.“Na época que abri, em 1988, o lombo na brasa (R$ 140) era um prato muito benquisto pela clientela. Depos incluí outros pratos no menu”, comenta.

Alma mineira

Pratos icônicos do Feitiço Mineiro: receitas da mãe de Jorge Ferreira (Gustavo Gracindo/Divulgação)
Pratos icônicos do Feitiço Mineiro: receitas da mãe de Jorge Ferreira

A história de superação do mineiro Geraldinho Rocha confunde-se com a abertura do Feitiço Mineiro. Servente de pedreiro, com apenas 17 anos, ele ajudou a erguer as paredes da casa, supervisionado pelo falecido Jorge Ferreira.

 

Depois de concluir o serviço, ele pediu uma oportunidade de trabalho. Ferreira colocou-o na cozinha e, com o tempo, ele galgou por espaço até virar chef de cozinha, com o aporte de Terezinha, mãe de Jorge, que ensinou o passo a passo de sabores mineiros. “Ela foi muito paciente e tranquila. Eu a considero como uma segunda mãe”, afirma Geraldinho.

 

A casa também ganhou inclinação musical e já deu espaço para artistas iniciantes. Uma das relações mais íntimas está com os artistas do Clube do Choro, que enxergam no local uma oportunidade de colocar o ritmo brasileiro à prova, especialmente aos sábados, regados de bufê de feijoada (R$ 42,50). “O Feitiço é um bar que tem alma. São quatro gerações de feiticeiros que mantêm viva a proposta de Jorge Ferreira”, ressalta o sócio Mauro Calichman.


Feito por quem sabe

Na cidade a gastronomia nordestina se tornou muito popular ( Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
Na cidade a gastronomia nordestina se tornou muito popular

 

Uma bela peça de carne de sol, como a servida na Carne de Sol da 111 — fatiada e acompanhada pelos clássicos arroz, feijão-de-corda, mandioca frita ou cozida e paçoca — é uma refeição que traz a cultura nordestina para o Planalto Central.

No local o preparo da carne de sol é feito na própria loja e o conhecimento vem do avô de Guilherme Vila Teixeira, proprietário do local. “Desde que abrimos, nós fazemos nossa própria carne de sol. Meu pai aprendeu com meu avô, que trabalhava em açougue e trouxe o conhecimento com ele na hora de abrir”, relembra Teixeira.


Além da carne de sol completa, servida com os acompanhamentos tradicionais, o local aposta em preparos diferentes para servir de tira-gosto. O pastel de queijo coalho e carne de sol é um exemplo (R$ 16 — seis unidades). Outra pedida é o escondidinho de carne de sol (R$ 35,50). “Fazemos ele com purê de mandioca, carne de sol desfiada e finalizamos gratinando com requeijão”, detalha o proprietário.



Pioneirismo na W3

Simon Pitel e à parmegiana: sugestão do chef Otávio Silva desde 1967
Simon Pitel e à parmegiana: sugestão do chef Otávio Silva desde 1967

Um dos primeiros restaurantes da cidade, o clássico Roma permanece inabalável na W3 Sul, local que abrigava os pioneiros da imprensa, responsáveis pela cobertura da construção de Brasília. Lugar de reunião de nomes que figuraram entre as autoridades, como engenheiros, políticos e administradores, o restaurante mantém uma clientela cativa que já chegou às futuras gerações.

“Várias vezes já atendemos até quatro gerações numa mesa”, destaca o cearense Israel Simplicio, gerente que trabalha há 35 anos na casa, inaugurada em 1960.

A quantidade de funcionários de longa data impressiona e chega à cozinha: o chef Otávio Nunes da Silva, o primeiro a sugerir a parmegiana no cardápio, ingressou no Roma em março de 1967. “Ao longo dos anos, criamos paixão pelo restaurante. É uma casa estável, onde os bons funcionários são preservados e valorizados. Consideramos novatos os que têm menos de 10 anos de trabalho”, afirma Simplicio em tom bem-humorado.

A clássica parmegiana da casa, preparada com filé-mignon ou peito de frango, pode ser servida à la carte (R$ 105,90 — duas pessoas), acompanhada de arroz e fritas ou nhoque, talharim ou espaguete ao sugo. Ela também aparece em formato rodízio, com os mesmos acompanhamentos, de segunda a sexta, durante o almoço e jantar (R$ 55,90).

Outro ícone que figura entre os mais pedidos do Roma, o filé à francesa (R$ 105,90 — duas pessoas), chega à mesa grelhado e escoltado por batata palha, presunto, cebola e ervilha e pode ser uma opção para quem quer provar o segundo prato mais pedido da casa.


Picadinho de sucesso

Ana Paula e a prima, Cyntia Resende: o segredo do picadinho está nos mais de 40 ingredientes do molho
 (Janine Moraes/CB/D.A Press)
Ana Paula e a prima, Cyntia Resende: o segredo do picadinho está nos mais de 40 ingredientes do molho


No amplo salão do restaurante Fred os clientes continuam a observar a finalização do picadinho (R$ 53), receita que ganha a versão do antigo proprietário, o austríaco Alfred Norbet Gassner, e leva mais de 40 ingredientes. Apesar da especialidade alemã, é o prato brasileiríssimo que faz sucesso entre o público brasiliense. "Com certeza 90% de nossos pedidos são pelo picadinho. Nosso molho é preparado em fogo baixo e fica pronto em três dias”, destaca Cyntia Resende, que comanda o restaurante ao lado da prima Ana Paula.


Para a empresária, o sucesso do prato que se transformou em um dos ícones da cidade está no sabor caseiro. Além do prato, a casa segue a inclinação alemã entre as opções mais pedidas, como o misto alemão, composto por joelho de porco cozido, chucrute, batata sauté e dois tipos de salsicha alemã (R$ 93 — duas pessoas).


ONDE COMER

Bar do Neguinho (Setor Tradicional, Qd. 7, cs. 20, Brazlândia; 9974-8995), aberto de quarta a domingo, das 11h às 18h.
Beirute (107 Norte, Bl. D, lj. 19; 3272-0123) e (109 Sul, Bl.A; 3244-1717), aberto de segunda a quarta, das 11h30 à 1h, quinta a sábado, das 11h30 às 2h, domingo, das 11h30 à 1h.
Caldo Fino (410 Norte entrada da área residencial; 3340-2696), aberto de segunda a sexta, das 18h às 23h30.
Carne de Sol da 111 (111 Sul Bl. B lj. 4; 3346-0859) aberto de segunda a sábado, das 11h à 0h; domingo, das 11h às 17h.
China (103 Sul Bl. D lj. 2; 3224-3339), aberto diariamente, das 11h30 às 15h,
e das 19h à 23h.
Dom Bosco (107 Sul Bl.D lj. 20; 3443-7579), (306 Norte Bl. B lj. 22; 3447-0904), aberto de diariamente, das 8h às 23h. (707/907 Norte UniCEUB Praça de Alimentação; 3966-1200), aberto de segunda a sexta, das 9h às 22h.
Dom Francisco (SCES, Tr. 2, Conj. 31, Asbac; 3226-2005, 3224-8429 e 3224 5679), aberto de segunda a quinta, das 12h à 0h; sexta e sábado, das 12h à 1h; e domingo,
das 12h às 17h.
Feitiço Mineiro (306 Norte Bl. B ljs. 45/51; 3272-3032), aberto de segunda a sábado, das 11h30 às 2h; domingo, das 11h30 às 17h.
Fred (405 Sul Bl. B lj.10; 3443-1450), aberto segunda, das 12h às 15h; de terça a sexta, das 12h às 15h e das 19h à 0h; sábado, das 12h às 16h e das 19h à 0h; e domingo, das 12h às 16h.
Lagash (112 Norte, Bl. C, lj. 6; 3273-0098), aberto de segunda a sexta, das 10h às 20h; sábado, das 0h às 15h.
Roma (511 Sul Bl. B lj. 61; 3346.4030), aberto de segunda a sexta, das 11h30 às 15h e das 18h30 à 0h; sábado e domingo, das 11h30 às 17h e das 18h30 à 0h.
Viçosa (704/705 Norte Bl. D lj. 2; 3347-2001), aberto de segunda a sexta, das 8h à 0h; sábado e domingo, das 17h à 0h. (Rodoviária do Plano Piloto Plataforma Oeste lj.32; 3225-2203) (Rodoviária do Plano Piloto Plataforma Leste lj.11), aberto 24h.

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