Brasília-DF,
18/OUT/2017

Humorista Rodolfo Cordón divide o fim de semana entre trabalho e programas com a família

Após as apresentações, o ator se reúne com os amigos para beber e conversar

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Publicação:24/01/2014 06:01
 Rodolfo Cordón, integrante do Grupo brasiliense de teatro G7 (Flávia Franco/Esp.CB/D.A Press)
Rodolfo Cordón, integrante do Grupo brasiliense de teatro G7

O ator e comediante Rodolfo Cordón gosta de dormir. As manhãs do fim de semana são feitas para esticar o sono. As tardes e as noites são com os amigos: o “expediente” começa com os preparos para as apresentações do grupo teatral G7 e termina em rodadas de cerveja embaladas pela adrenalina pós-palco. Ainda sobra tempo para os pais: sábado é dia de sair para comer com o pai; domingo, de comer a comida da mãe. Na segunda-feira… Dormir de novo.

Sábado

Manhã


O dia só começa por volta das 12h. “É difícil explicar, mas a minha noite é de manhã”, diz. Depois de acordar e tomar banho, é hora de encontrar o pai. “Geralmente, comemos o picadinho do restaurante Fred — recomendadíssimo —, mas de vez em quando apreciamos um camarão no Coco Bambu”, conta.

Tarde

Rodolfo encontra a equipe do G7. O horário é de começar a preparação para os espetáculos das 19h e das 21h30. São 46 fins de semana de trabalho por ano. “Quando temos um sábado livre, raridade, acabo por ficar em casa e ler um livro ou ver um filme. Recomedo o novo do Woody Allen, esse que tem a Cate Blanchett ”, indica.

Noite

Como diria o finado jogador de futebol Didi, “treino é treino, jogo é jogo”. E, se à tarde é o treino, à noite vem o jogo. Até 9 de fevereiro, o G7 está com a peça Eu odeio meu chefe ocupando os sábados. “Depois do espetáculo, não consigo dormir. Gosto quando tem o Bailinho, por exemplo, mas sou muito caseiro e, na maioria das vezes, vou para casa e chamo uns amigos para tomar vinho e filosofar sobre a vida”, conta.

Domingo

Manhã


O domingo perfeito, para o ator, tem início de olhos fechados. “Quando (quase nunca) acordo domingo pela manhã, gosto de olhar para um lado e para o outro, e dormir de novo”, explica.

Tarde

Almoço com a mãe, que, segundo Cordón, é a melhor cozinheira de Brasília. O menu é invariável: filé, arroz, feijão e salada de cebola. “Depois, uma passadinha no Beirute (109 Sul) pra tomar cerveja com os amigos. Pouco, porque de noite tem peça.”

Noite

Após a sessão das 20h30, que termina por volta das 22h30, a “tradição” manda terminar (“ou começar”, contrapõe o ator) a semana no Moisés Bar e Restaurante, da 208 Sul. “Acredite, o Moisés sabe o caminho da salvação. Encontramos amigos comediantes, todos saindo das peças”, conta. A bebedeira vai noite adentro, porque segunda é dia de folga. “Como meu grande amigo James Fensterseiffer uma vez bem disse: ‘fazer teatro é muito difícil, mas trabalhar é pior ainda”, diverte-se.

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