Brasília-DF,
18/OUT/2017

Cliente reclama de serviço oferecido em restaurante do Lago Sul; sócio lamenta

O restaurante não atende legal? O cinema está sujo? Os seguranças são truculentos? Então, pode pôr a boca no trombone

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Publicação:11/04/2014 06:02Atualização:11/04/2014 09:29
Está insatisfeito com algum serviço da cidade? O restaurante não atende legal? O cinema está sujo? Os seguranças são truculentos? Então, pode pôr a boca no trombone e mandar sua reclamação pra gente. Envie sua queixa para naogostei.df@dabr.com.br

Reincidência


“Não foi a primeira vez que tive problemas no Koni Store do Deck Sul (Lago Sul). Em uma ida ao estabelecimento, fui mal atendido, os pedidos demoraram para chegar e a qualidade do serviço era extremamente questionável. Mas em 3 de abril foi a gota d’água. Eu estava na fila do caixa para comprar um ingresso que estava à venda lá. O caixa é ao lado da entrada do balcão no qual os pratos são preparados. Então uma garçonete me empurrou para passar. Depois que percebeu minha indignação, ela olhou e me pediu licença. Fiquei sem ação e nem o nome da moça consegui ver. O treinamento do quadro de funcionários deve ser revisto urgentemente pelo dono daquele Koni Store. Agora passei a recomendar a meus amigos que não vão mais àquela franquia porque, além de serem tratados com grosseria, ainda correm o risco de ser agredidos gratuitamente pelos funcionários.”

Fernando Vieira

Resposta


“Primeiramente, só queremos salientar que os horários de venda de ingressos são muito rigorosos, até mesmo para que o atendimento dos clientes Koni não fique comprometido devido à atual dificuldade de captar funcionários. Recebemos essa reclamação com muito espanto. Fazemos reuniões quinzenais para melhorar o atendimento e a qualidade. Infelizmente não conseguimos ficar todo o tempo na loja para minimizar ou até mesmo acabar com esses inconvenientes, porém temos um gerente de dia e duas supervisoras no turno da noite, que poderiam resolver esse mal entendido. Não é de nosso costume ignorar qualquer tipo de reclamação. Agredir ou chegar perto disso, sem dúvida, é uma questão abominável e que repugnamos no mais alto grau de entendimento. Um funcionário que tem essa atitude será devidamente responsabilizado e responderá em todas as esferas cabíveis. Por isso, gostaríamos que Fernando voltasse à loja para que pudéssemos tomar as devidas providências e que pudesse identificar qual atendente que lhe fez sentir-se agredido ou maltratado.”

Agassis Junior, sócio-operador

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