Brasília-DF,
17/OUT/2017

Renato Fino aproveita fim de semana para ficar com o filho, passear e ler

Confira a programação do escritor, músico e poeta

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Publicação:20/03/2015 08:03
 (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press)

Renato Fino é escritor, músico, poeta e, também, o nome à frente do Senhoritas Café (408 norte) e do Espaço Cultural Aberto Caldo Fino (410 norte). Mas, acima de tudo, trata-se de um agitador cultural das noites brasilienses. Nascido na Ilha do Governador (RJ), ele cresceu em Brasília: “Nas quatrocentos”, ressalta. Foi onde criou, inclusive, o Bloco da Tesourinha, que desfila no carnaval da capital desde 2007. Autor de dois livros, Debaixo do céu do seu vestido (2012) e Polar (2014), Renato também se orgulha de um outro ofício: “Sou pai do Pedro, de cinco anos, que poetiza a vida e estuda violino”. Atualmente, revisando um romance que lançará em abril, o artista aproveita os finais de semana para ficar com o filho, passear ao ar livre e ler.

Sábado
Manhã
Renato aproveita a manhã de sábado para dormir um pouco mais. Quando acorda, já no final da manhã, gosta de preparar um café: “Adoro ler ou escrever enquanto a água para o café esquenta”, conta.

Tarde
“Gosto de ficar em casa escrevendo, lendo ou, muito raramente, assistindo a um filme — aquele que o mundo inteiro já se cansou de ver e que eu só descobri bem depois”. Entre as leituras mais recentes, está Noturno do Chile, de Roberto Bolaño.

Noite
Renato vai ao Senhoritas Café (408 norte): “Recebo clientes e gasto as horas entre cafés e vinhos e uma boa conversa jogada fora com amigos”, conta.

Domingo

Manhã
“Geralmente, vou com meu filho a lugares com sol e água em abundância, onde possamos ter a ilusão do mar”. As opções preferidas são a beira do Lago Paranoá e a Água Mineral.

Tarde
“Continuo no sol e na água com meu filho”. Depois, aproveitam para visitar familiares, assistir a um desenho animado ou a um filme, soltar pipa ou jogar bola.

Noite
“Há que se levantar antes do sol ao menos às segundas”, diz, aos risos. Então aproveita para jantar cedo com Pedro e, depois, ver um filme. O último que gostou muito foi Ciúme – o inferno do amor possessivo, de Claude Chabrol.

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