Brasília-DF,
23/OUT/2017

Agitador cultural Luiz Amorim estrela o Minha Agenda da semana; confira

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Publicação:17/07/2015 06:02
 (Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)
O soteropolitano de 50 anos Luiz Amorim veio para Brasília aos 7 anos de idade. Açougueiro e agitador cultural, criou o primeiro açougue cultural do mundo, o T-Bone (312 Norte) e o projeto Biblioteca Popular em diversos pontos de ônibus da cidade, as Estações culturais, as Noites culturais, a Bienal de poesia e a Bienalzinha. A biblioteca foi criada com um único objetivo: incentivar e democratizar a leitura, uma vez que, por meio dela, o próprio Luiz passou a ter outra visão de mundo.
"A finalidade é dar cidadania, humanizar o espaço público. O livro na parada de ônibus vai ao encontro das pessoas. Torna-se uma tarefa mais fácil, porque é mais difícil pessoas se deslocarem de suas casas para uma biblioteca. Às vezes, elas não têm tempo", conta.

Sábado
Manhã

Luiz acorda cedo, por volta das 5h, e faz sua corrida matinal. Depois de ler um pouco vai para o açougue T-Bone (312 Norte) trabalhar.

Tarde
Esporte e lazer andam juntos nas tardes do agitador cultural. "Vou para o clube APCEF jogar tênis com a minha esposa e fazer churrasco com os amigos", conta.

Noite
Entre os programas favoritos para a noite de sábado, está comer uma pizza no restaurante La Fornaccela (312 Norte) ou ir ao Feitiço Mineiro "comer aquele mexido maravilhoso" ou a costelinha a Velho Chico. Depois, Luiz gosta de apreciar uma boa música no Clube do Choro.

Domingo
Manhã

O café da manhã do agitador cultural é reforçado, com cuscuz, pastel e caldo de cana na feira do Empório Rural, "ao lado do posto de gasolina do Colorado".

Tarde
Para aproveitar a tarde, Luiz gosta de ir a um dos parques da cidade. Entre as opções, o Olhos d'Água para "tomar água de coco e curtir o verde das árvores", ou o Parque da Cidade, onde aproveita para dar uma caminhada e levar o filho para brincar no parque Ana Lidia.

Noite
Para fechar o fim de semana, Luiz gosta de visitar o CCBB para conferir exposições como a do argentino Leon Ferrari. Depois, ele se dedica à leitura de Guerra e paz, de Leon Tolstoi.
Tags: celular

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