Brasília-DF,
18/FEV/2018

Ciclo de eventos sobre Ariano Suassuna começa nesta quinta-feira

O autor participará de uma aula-encenação no dia de estreia do evento

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Diego Ponce de Leon Publicação:27/06/2013 08:00Atualização:27/06/2013 09:33

'Ele adora falar. Possui o dom da oralidade, como vemos em seus personagens. Sempre se exprime com muita veemência', diz Bráulio Tavares sobre o autor (Alexandre Nóbrega/Divulgação)
"Ele adora falar. Possui o dom da oralidade, como vemos em seus personagens. Sempre se exprime com muita veemência", diz Bráulio Tavares sobre o autor

“O que será que Ariano Suassuna está pensando sobre estes jovens que tomaram as ruas?”, indaga o escritor e pesquisador Bráulio Tavares. Se o próprio Tavares não consegue responder, a dúvida é pertinente, já que poucos conhecem a obra e a vida de Suassuna como o campinense. O público talvez saiba a resposta logo mais, durante a aula-espetáculo que o autor de Auto da Compadecida dará na Sala Villa-Lobos (Teatro Nacional), com entrada franca. Do jeito que Suassuna gosta. “Ele vive para cumprir a missão de defender a cultura nacional e propagá-la”, argumenta Tavares. E ele sabe do que está falando.

A intimidade entre os dois é tamanha que a TV Globo convidou o paraibano para colaborar no roteiro de Pedra do Reino, baseado na obra de Suassuna. Assim como a editora José Olympio, que encomendou um livro que honrasse os 80 anos do autor. Daí, nasceu o ABC de Ariano Suassuna, lançado em 2007. “A primeira aula dele que assisti foi há mais de 30 anos. De lá para cá, foram quase 40”, lembrou.

 

A oportunidade é única para quem busca uma proximidade maior com as ideias do célebre nordestino, considerado por tantos críticos como um dos maiores escritores vivos. Segundo Tavares, a oportunidade também é generosa: “Ele adora falar. Possui o dom da oralidade, como vemos em seus personagens. Sempre se exprime com muita veemência”, disse.

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